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Juan Bautista Pérez não só/sozinho pensa em Tóquio, mas também em ‘Paris 24’

Caminho dos 52 anos, assegura que seu sono/sonho é conseguir outra medalha paraolímpica. Competirá em Japão perante rivais de sua turma aos que tira mais de 30 anos

 

Juan Bautista Pérez durante a apresentação de seu repto/objetivo paraolímpico. - R.{MORÁN}

RODRIGO MORÁN epalmendralejo@gmail.com ALMENDRALEJO
26/06/2020

{AJuan} Bautista Pérez, o jogador de ténis de mesa paraolímpico mais laureado da região, lhe incomoda que lhe perguntem constantemente que quando vai a retirar-se. {Afincado} em Almendralejo faz quase 30 anos, já tem nota/bilhete segura para disputar seus segundos Jogos Paraolímpicos, o próximo ano em Tóquio. Quando regressou de Rio de Janeiro com a medalha de prata pendurada do pescoço, a imprensa somente lhe perguntava se era a ginja de sua corrida/curso. Juan repetia constantemente que não, que tinha que pensar em Japão. E Tóquio já está assegurado.

Um ano e alguns meses lhe ficam pela frente/por diante a este fenómeno do ténis de mesa adaptado que voltará a aspirar a tudo em sua categoria/escalão turma 9, caminho dos 52 anos: «Não é fácil chegar, mas agora não temos de descontrair-se. Fica um ano e pico de máximo estreitamente porque meu desejo, agora mesmo, é trazer-me outra medalha para Almendralejo e Extremadura». Voltará a ter dois opções, em individuais e por equipas.

Em princípio, a normalidade para as competições internacionais de ténis de mesa voltará em setembro, momento no qual começará uma preparação mais constante. Há torneios internacionais prévios importantes em Itália, Eslovénia, {Eslovaquia} ou Jordania, embora o facto/feito de estar já classificado pode pouparle algum viagem.

Atualmente, está entre os cinco melhores do mundo de seu ranking. Será o mais maior/velho em competir/rivalizar/disputar em sua categoria/escalão e terá partidos perante jovens aos que tirará 30 anos. Mas Juan Bautista Pérez é infinito, incombustível. «E não somente penso em Tóquio, mas quando me desça do avião já estarei pensando em Paris 2024». Um professor eterno.