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José Manuel Calderón, à espera em Nueva York

 

15/03/2020

Es um dos extremenhos mais ilustres que há fora de nosso país. José Manuel Calderón está à expectativa, como qualquer cidadão mais na ‘Grande Maçã’, Nueva York. Sua posição, como assistente da direção executiva da Associação de Jogadores da NBA ({NBPA}), lhe permitiu sentir de perto o palpitar da liga nesta situação.

En um princípio desde/a partir de o chamado sindicato de jogadores sabem que temos de ir a pouco e pouco. A intenção é não suspender a liga. Voltar, embora seja dentro de um tempo. Além disso, se dá por facto/feito que pelo menos deverão estar 30 dias sem jogar.

El exbase de {Toronto}, {Detroit}, {Dallas}, Nueva York, Lakers, {Atlanta} e {Cleveland} conhece bem a liga e está em contacto com os jogadores. Reconhece a este diário/jornal que há preocupação, embora acredita que o melhor é seguir/continuar as regras e ser responsáveis: «Há preocupação porque vemos o que passou noutros países. Mas também estamos tentando ser pacientes, positivos e, sobretudo, responsáveis», afirma.

Calderón vive em Nueva York com a sua família, num país que espera que a doença se desenvolva e em onde se estão a começar a tomar medidas. «Acredito/acho que toda a gente está tentando entender e aprender do que está passando e tentando ser responsáveis».

Además de sua faceta desportiva, Calderón desenvolve em nossa região muitos projetos com os jovens por meio de sua fundação durante o verão. Tornou-se em tradição em várias cidades da Extremadura seu circuito de ‘Street Basket’ e o Campus Calderón em Badajoz, entre outras atividades. Acredita que por enquanto é cedo para vaticinar que vai a passar em verão, embora reitera que o importante é a saúde de todos: «É demasiado cedo para saber que vai a passar em duas semanas, num mês ou em Junho. Acredito/acho que temos de esperar e tomar as decisões adequadas para que toda a gente esteja bem e não pôr a ninguém em risco de nada. Se isso significa adiar ou cancelar, pois esses serão os passos a seguir/continuar. As pessoas e a saúde sempre primeiro». CARLOS PINO