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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 26 de septembro de 2017

A intensidade comum de {Keshinro} e Currais

O Cáceres apresenta com orgulho a dois jogadores que quer que ponham a marca de paixão extra numa época com novos impulsos

JAVIER ORTIZ deportes@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
14/09/2017

 

El Cáceres Patrimonio de la {Humanidad} hizo ayer una presentación mixta: a de um nova contratação e a de um jogador renovado. {Olajide} {Keshinro} e Guille Corrales se sentaram na mesma mesa para falar de suas expectativas face a a nova campanha, à que o clube quer dar-lhe um verniz de ilusão/motivação extra.

{Keshinro}, nova-iorquino com passaporte {nigeriano} prestes a cumprir os 27 anos, deu as graças por ter recebido «a oportunidade de jogar na LEB Oro, numa cidade de basquetebol».

Será seu quarto ano em Espanha, onde tem ido ascendendo categorias: {Alcázar} e {Azuqueca} em {EBA} e {Morón} em LEB Plata. No Multiusos espera seguir/continuar dando o mesmo: muita intensidade e trabalho sujo. «Meu trabalho é estar na pintura», destacou. «Jogo com intensidade e com paixão e faço qualquer coisa que seja necessária para ganhar os partidos», acrescentou.

Nos poucos dias que leva na cidade se está encontrando cómodo, segundo disse. «A equipa é bom, com muitos jogadores capazes de fazer coisas diferentes. Vamos a fazer uma boa época se toda a gente faz o que tem que fazer. Por enquanto, toda a gente está ajudando e me sinto cómodo», enfatizou.

Corrales, ano IV

Esse ponto de intensidade é o que tem em comum com Guillermo Corrales, que no passado 13 de Junho cumpriu 22 anos. Será sua quarta época como verde-negro, umas cores que sente como próprios desde que, de criança, acompanhava a o seu pai --o falecido presidente da Federação Extremenha, Antonio Corrales-- aos partidos do Cáceres {CB}. A diferença em relação ao passado recente é que partirá com a etiqueta de base titular. «Tenho ido melhorando, dando passos, e o de agora é um mais. É um projeto {ilusionante}», enfatizou.

Assegurou que durante o verão --para além de trabalhamos/trabalhámos com uma {onegé} em Senegal-- esteve a trabalhar muito o tiro exterior, provavelmente sua grande carência. «Sei que tenho que subir as percentagens, mas uma grande parte disto é ter confiança. E eu sinto que a tenho cada vez mais. Também quero tirar o carácter para contribuir a que sejamos igual de sólidos fora que em casa», desejou.

Já não competirá mais pelos minutos com um veterano como José Marco. A seu novo colega de posição, {Pol} {Olivier}, lhe vê bem por agora. «É um jogador jovem e estou convicto de que {encontraremos} a maneira de completar-nos», assegurou.

Enquanto, {Niko} {Rakocevic} e {Robertas} {Grabauskas} não treinam por problemas de joelho.

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