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A guia da {mini} Liga

Primeira e Segunda Divisão regressam na quarta-feira com um apertado programa até ao 19 de Julho. Os futebolistas, após três meses sem jogar, podem acumular mil minutos num maratona inédita

 

A guia da {mini} Liga -

RAÚL PANIAGUA deportes@extremadura.elperiodico.com BARCELONA
08/06/2020

Na próxima quarta-feira é o dia do regresso. Depois de/após três meses de paralisação obrigada pela crise sanitária gerada pelo {covid}-19, a bola voltará a filmar tanto/golo em Primeira como em Segunda Divisão. Será um maratona sem precedentes até ao 19 de Julho, mês no qual se disputarão as fases de promoção expresso a Segunda, Segunda B e Terceira. {Abróchense} os cintos pelo futebol por fim está de volta.

Regresso sem público e com novos cenários

No novo contexto marcado pelo {covid}-19 não há vazio para as hobbies. Pelo menos, por enquanto. Faz umas semanas parecia impossível que algum jogo/partido do troço final do campeonato pudesse desenvolver-se com público. Agora não temos de descartá-lo por completo. As duas ou três primeiras jornadas se disputarão à porta fechada com segurança, mas a partir do 22 de Junho todos os territórios estariam na fase 3, as comunidades autónomas teriam as competências e não é utópico que se permita a assistência ocupando o 30% do lotação. O Ministério da Saúde está tratando o assunto com as federações, as ligas e o {CSD} à procura de uma resposta homogénea. Outra novidade substancial reside no estreia de cenário de duas equipas: o Madrid e o Levante, que conseguiram a autorização da federação e da Liga para mudar o Bernabéu pelo estádio Dei {Stéfano} e o {Ciutat} de {València} pelo campo de A {Nucia} (Alicante). Ambos justificaram o transferência pelas obras em suas instalações originalíssimas.

O calor irrompe com pausas para a hidratação

A Liga viverá seu desenlace numas datas que costumam destinar-se às férias dos futebolistas ou à celebração das grandes competições de seleções. Na próxima sexta-feira deviam inaugurar-se a Eurocopa em Roma e a Copa América em Buenos Aires, ambas adiadas ao 2021.

Em Espanha supõe um {desafíO} acumular tanta atividade física em dias calorosos. Esse fator condiciona os horários, tal como pode ver-se no programa das duas primeiras jornadas, nas que cada jogo/partido vai acompanhado de um histórico de temperaturas e das previsões. Os choques contarão com pausas para a hidratação (entre dois e quatro) e se disputarão a partir das 19.30 horas, com a opção de jogar antes no norte (17.00). Na primeira jornada terá dois partidos às 14.00, mas será ocasional. Ao mínimo aumento térmico se transferirá tudo a horários de tarde noite. A situação é extrema em lugares como Sevilla, com uma média/meia de 27,8º em Julho (o mês mais cálido) e uma temperatura máxima média/meia de 36,2º.

Convocatórias de 23y 5 mudanças em 3 turnos

A incrível acumulação de partidos em Junho e Julho levou à {International} {Board} a aprovar uma medida para descarregar de {minutaje} aos jogadores e oferecer mais alternativas aos técnicos. Temos de ter em conta que um titular indiscutível poderia acumular em suas pernas mais de 1.000 minutos de jogo em cinco semanas, uma selvajaria se tivermos em conta que as equipas levam três meses sem disputar nem sequer um amistosos/jogo particular. A FIFA permite realizar cinco mudanças por choque em três turnos sem contar o descanso/intervalo e as convocatórias passam de 18 a 23 jogadores.

Na Liga alemã a maioria de técnicos está esgotando a quota de jogadores de refresco. A novidade se tem analisado desde/a partir de diferentes prismas na Liga. Enquanto {Quique} {Setién}, por exemplo, considera que prejudicará aos equipas poderosas porque os débeis terão mais argumentos físicos para resistir até ao fim, {Abelardo} pensa que beneficia «{clarísimamente}» aos grandes ao ter melhores planteis/quadros. Em todo o caso, o {repóquer} de mudanças e a necessidade de girar outorgará um papel mais transcendental aos estrategas.

As lesões ameaçam, mas voltam estrelas

Com partidos cada dia e um descanso/intervalo mínimo garantido de só/sozinho 72 horas entre cada encontro é normal/simples que a preparação física se converta na grande obsessão deste regresso à competição. Durante estes dias, por exemplo, a {zozobra} se tem representante de mais de um do barcelona ao ouvir os problemas físicos de Messi. Qualquer incómodo adquire um papel relevante/preponderante num calendário tão comprimido. Uma simples lesão de duas semanas pode supor perder-se quatro partidos tendo em conta que as 11 jornadas restantes se ventilarão em seis fins-de-semana e cinco encontros intersemanais.

Alemanha volta a ser o referente e espelho. Para o bom e para o mau. A volta do futebol no campeonato germano se saldou com oito lesionados nos seis primeiros partidos. É o preço a pagar por mais de dois meses em quarentena e um regresso pautado sem treinos convencionais. A paralisação, pelo menos, sim permitiu a recuperação de várias estrelas da Liga, como o azul-vermelho Luis Suárez e o madrilismo {Hazard}, que esperam ter protagonismo na resolução do torneio. «O risco é elevado. O isolamento deixa sequelas nos futebolistas», avisou {Oliver} {Schmidtlein}, {exfisio} do {Bayern} e a seleção alemã.

Os jogadores ganham e evitam concentrar-se

O regresso faseado foi recolhido num protocolo estrito que tinha como ponto mais conflituoso a obrigatoriedade das concentrações. A medida {enfureció} aos futebolistas, que chegaram a catalogá-la de «inconstitucional».

A rapidez da {desescalada} e os bons resultados nos teste permitiu às planteis/quadros evitar essa recomendação, mas não faltaram episódios conflituosos como a reunião de quatro jogadores do Sevilla com suas namoradas e amigos num exemplo evidente de irresponsabilidade. {Banega}, {Ocampos}, De {Jong} e o Mudo {Vázquez} pediram desculpas e deram negativo nos teste, o que arrefeceu a polémica. De resto, existem novas medidas higiénicas que têm que respeitar-se no regresso. Por exemplo, os jogadores devem mudar seu equipamento por completo no descanso/intervalo dos partidos e depositar a usada em baldes de roupa especiais. Também têm de desinfetar-se as mãos cada vez que entrem e saiam do terreno de jogo, usar máscaras nos bancos, evitar os cumprimentos ao início e final do jogo/partido, e suprimir os abraços efusivos nas celebrações dos golos.

O {Var} segue/continua e chegam os teste para os árbitros

Na nova Liga não faltará o {VAR}. Embora a {International} {Football} {Association} {Board} tinha dada autorização/ licença para suprimir a tecnologia se assim o desejavam as federações, o {VAR} chegou para ficar em Espanha. «Nem se nos passa pela cabeça eliminá-lo. Não {cambiaremos} o regulamento, acreditamos que se deve acabar a competição com as mesmas regras que começou», assegurou {Velasco} {Carballo}, presidente do Comité Treinador de Árbitros.

Bem como os jogadores contam com seus protocolos também os árbitros seguem/continuam um plano específico que inclui um teste 48 horas antes de cada duelo e tomadas de temperatura ao aceder ao estádio e à sala de operações de Las Rozas, que já foi desinfetada. «Se não dão negativo não poderão sair de casa. Aqueles que estejam na revisão de imagens também terão que passar controlos», salientou {Velasco} {Carballo}. Cada árbitro conta com seus auscultadores e chefias de controlo próprios. Também se têm priorizado os deslocações em veículo privado e terá uma lista de árbitros de reserva por se surge algum contágio inesperado. .H