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El Periódico Extremadura | Domingo, 29 de março de 2020

O {Getafe} se coloca no quarta posição

Os de {Bordalás} vencem com clareza ao {Sevilla} com o {VAR} como protagonista por dois penáltis

J. J. LAHUERTA (EFE) GETAFE
22/04/2019

 

O aparecimento do {VAR} com dois penáltis quase consecutivos e {calcados} por mão de dois jogadores do {Sevilla}, impulsionou ao {Getafe} até uma vitória (3-0) chave na luta pela quarta praça/vaga, agora proprietária da equipa de José Bordalás após superar a seu rival na classificação de Primeira.

Ambas as equipas se jogavam boa parte de suas aspirações de participar o próximo curso na Liga de Campeões. O {Sevilla}, impulsionado pelo efeito {Caparrós}, chegou ao {Coliseum} Alfonso Pérez com um ponto de vantagem sobre/em relação a o {Getafe}, que necessitava ganhar para manter sua candidatura ao máxima viagem continental.

O futebol, que às vezes se decide por detalhes, nesta ocasião mudou de tendência pelo {VAR}, claramente decisivo a favor do {Getafe} quando estava entupido em sua ideia de {asestar} um golpe ao {Sevilla} com o que arrebatarle a prezada quarta posição.

DOIS JOGADAS / Num par de jogadas quase pregadas, separadas por apenas dez minutos (entre o 35 e o 45), variou o rumo de um duelo que até ao último troço do primeiro ato era bloqueado, com mais ocasiões para a equipa de Joaquín Caparrós e com o quadro {azulón} sustentado por seu espírito guerreiro e pela boa atuação do central {togolés} {Djené} {Dakonam}.

{Djené}, com uma defesa diminuída pelas ausências dos uruguaios {Damián} Suárez e {Mathías} {Olivera} e do francês {Dimitri} {Foulquier}, se erigiu como a muralha de contenção perante os ataques do quadro andaluz.

E chegou o grande penalidade por mão de ‘O Mudo’ {Vázquez} que transformou Jaime Mata. E para desesperança de Caparrós, quando o jogo/partido parecia ir-se embora no descanso, noutro remate isolado do {Getafe} a bola tocou a mão de Sergio Escudero. De novo, prévio passo pelo {VAR}, {Mateu} {Lahoz} decretou outro grande penalidade que transformou Jorge Molina com expulsão para Escudero após ver sua segunda amarela.

A sorte estava {echada}. Com 2-0, com um homem menos e com 45 minutos pela frente/por diante frente a um dos equipas mais impenetráveis do campeonato, necessitava um milagre que não chegou para conseguir pontuar. Bem pelo contrário, porque ao início da segunda parte, uma internada de Mata acabou num remate de Jorge Molina que sentenciou o choque. A casal/par de dianteiros, com 27 golos, liquidou o jogo/partido.

{getafe} 3

{sevilla} 0

3Goles: 1-0, {min}. 35: Jaime Mata, de grande penalidade; 2-0, {min}. 45+5: Jorge Molina, de grande penalidade; 3-0, {min}. 53: Jorge Molina.

3Árbitro: {Mateu} {Lahoz} (Valenciano). Expulsou ao visitante Escudero por dobro admoestação (45) e ao defesa do {Getafe} {Djené} por vermelha direta ({min}. 71).

3Estadio: Alfonso Pérez (11.495 {esp}).

3Getafe: Soria; {Bruno}, {Djené}, {Ignasi} {Miquel}, {Cabrera}; {Shibasaki} (Postigo, {min}. 61), {Arambarri}, {Maksimovic}, Jaime Mata (Ángel, {min}. 85); Hugo Duro e Jorge Molina ({Flamini}, {min}. 77).

3Sevilla: {Vaclik}; Jesús Navas, Mercado, {Kjaer}, {Sergi} {Gómez}, Escudero; {Amadou} (Roque Mesa, {min}. 67), {Banega} (Promês, {min}. 46) Franco Vázquez; {Munir} ({Rog}, {min}. 69) e Ben Yedder.

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