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El Periódico Extremadura | Domingo, 8 de dezembro de 2019

O génio {Teto} liquida ao Plasencia

O Cacereño vence por físico e pelo talento do {batanero} a uma {UPP} inferior

JOSÉ MARÍA ORTIZ
02/12/2019

 

cacerenho 4

{plasencia} 1

3Goles: 1-0: {min}. 24, {Murci}. 1-1: {min}. 45, {Vitolo}. 2-1: {min}. 60, Quadros/Marcos Torres. 3-1: {min}. 77, {Teto}. 4-1: {min}. 80, Neto.

3Árbitro: Paredes Carrasco. Admoestou com o cartão amarela ao local Alberto Delgado e ao visitante {Zazas}.

3Estadio: Príncipe Felipe.

3Espectadores: 863 (cifra oficial).

3Cacereño: {Bernabé}, Neto, {Carlao}, Mario Ramón, Alberto Delgado, Gustavo, Quadros/Marcos Torres, Alex García (Carlos Andújar, {min}. 61), {Teto}, {Ezequiel} ({Javito}, {min}. 78) e {Murci} (Dani Muñoz, {min}. 61).

3UP Plasencia: Quadro, Gatuno, {Zazas} (Alfonso, {min}. 83), Ricardo, {Walter}, {Nuno}, Gonzalo (Chaves, {min}. 68), {Vitolo} ({Óscar}, {min}. 83), {Caique}, Cristo e Alex Trujillo.

O Cacereño saiu airoso do clássico provincial graças a seu completo segundo ato (4-1) perante um Plasencia de boa atitude, embora muito inferior no físico e também em termos de talento aos locais. Os respetivos projetos, historicamente mais equilibrados, neste ano também estão a anos luz de distância em possibilidades reais. E mais quando nos verdes há um futebolista do perfil desequilibrante de Carlos Alberto Carrasco, ‘{Teto}’, que de novo marcou a diferença e evidenciou sua condição de número um na categoria/escalão. Aqueles que seguem/continuam sem ver cada jogo/partido dos verdes, já seja dentro como fora de casa, se o seguem/continuam perdendo.

O Cacereño escala um posto pelo empate do Trujillo perante o Diocesano (1-1), mas não chega à alturas que alcança, agora em solitário, o Villanovense, vencedor perante o Arroyo (2-0) e que segue/continua à frente da tábua. Fica pela frente/por diante uma briga linda.

O primeiro tempo foi governado pelo Cacereño, embora desprendendo uma perigosa sensação de excesso de confiança. De facto fez um golo e {sesteó} até que lhe chegou o castigo em forma de empate na última jogada. Um miragem para as aspirações visitantes, apagadas de um {plumazo} na continuação por puro esmagamento.

O CONTRASTE / Não teve muitas oportunidades diáfanas na primeira parte e à primeira evidente {Ezequiel} {Lamarca} conetou com {Murci}, que definiu bem em sua volta à titularidade (1-0, {min}.24). Especularam e desceram o {pistón} os verdes desde então, e a {UP} Plasencia, com um grande {Vitolo}, tudo virtuosismo com sua canhota, foi crescendo até fazer o 2-1 com a colaboração de um desafortunado Ángel Bernabé (1-1, {min}.45).

O {CPC}, liderado já definitivamente por um orgulhoso e esfomeado {Teto}, empurrou no segundo tempo até que chegou o prémio. O Messi del Batán se a pôs a Quadros/Marcos Torres para que {vigués} cruzasse a bola a Quadro com sua classe habitual para situar o 2-1 do minuto 59. Se via vir.

Entraram Carlos Andújar e Dani Muñoz nos locais e Chaves (inexplicável suplente) nos de Plasencia para pôr mais qualidade no relva. O tentava uma {UPP} de boa proposta de toque e nunca encerrada, embora fisicamente frouxa, muito frouxa, durante tudo o choque.

A saudável magia de {Teto} teve seu {merecidísimo} golo. Após uma bicicleta marca da casa, bateu ao objetivo/meta de Plasencia com a direita. {Crack}. De novo foi aclamado o {batanero} no estádio no qual é já um ídolo (3-1, {min}. 77). E tudo isso, com muitos históricos do decano do futebol extremenho na bancada, que degustaram também momentos de bom futebol. Quase sem tempo de degustar a delicatessen, Neto fez o 4-1 após serviço ao espaço do {felizmente} reaparecido Carlos Andújar ({min}. 79). Puro futebol.

Acabou-se qualquer dúvida sobre/em relação a o dominador da contenda. Não tinha mais que dirimir porque a distância entre os dois era já {insalvable}. Se tinha cumprido o prognóstico e o {CPC} tinha submetido à {UPP} da mão de um formidável {Teto}.

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