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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 17 de outubro de 2018

«Ganhar 11 vezes aqui é muito, algo único»

Nadal admite seu alivio por ganhar seu décimo sétimo {Grand} {Slam} e que «pensou no pior» quando começou a ter cãibras numa de suas mãos

JAUME PUJOL-GALCERAN PARÍS / ENVIADO ESPECIAL
11/06/2018

 

Por momentos assustou-se muito. Olhava ao camarote e lhes dizia que não sentia seus dedos. «É um momento de tensão e {piensas} o pior», dizia duas horas depois de/após sua vitória numa multitudinária conferência de imprensa, com a Copa de los Mosqueteros ao seu lado. Mas na pista seu temor era máximo. O médico Ángel Ruiz Cotorro, seu médico, lhe tentava tranquilizar. «O {vendaje} te está comprimindo. Pede que te o retirem. Não é nada. Só/sozinho são cãibras», lhe insistia desde a bancada. Ao seu lado, Sebastián, o seu pai, não ocultava a preocupação. «Não é possível que passe isto agora... que lhe passe em Wimbledon, na Austrália, mas aqui e agora não», explicou que pensou após o susto.

Nadal estava assustado mas em nenhum momento pensou na retirada. «Tivesse jogado até com o braço direito. Tinha dois sets de margem», comentou. O dia era demasiado importante e estava a um passo de conseguir outro triunfo lendário. «Ganhar 11 vezes aqui é muito, muito, algo único, não gosto dizê-lo mas é assim», admitia feliz o número 1 mundial que seguirá/continuará sendolo uma semana mais esta segunda-feira. Roger Federer, que reaparece na erva de {Stuttgart}, lhe superará se passa um par de pontos já que só/sozinho lhes separam 100 pontos (8.770 contra 8.670). Pouco/bocado lhe importava nesse momento a classificação.

«O importantes é ter ganho Roland Garros, não o número 1. Este é o torneio mais importante da época para mim. Te {aseguras} tranquilidade para o resto do ano, jogar o Mestrados e saber que já pouco/bocado mudará, se talvez irá a melhor», explicava. E também negava que tivesse na cabeça alcançar os 20 {Grand} {Slams} que tem o suíço. «Não penso nisso. Se que posso ganhar algum mais e se tenho físico para consegui-lo {seguiré} lutando para ganhar títulos assim. 17 já me parece um número impressionante».

¿E {cúal} é o limite?, lhe perguntaram. «O limite não se conhece nunca, Sempre há algo que melhorar. O único no que penso é treinar com a ilusão/motivação de fazê-lo melhor. A ilusão/motivação que {tienes} por ganhar um torneio, um Roland Garros como este. Não penso se é o primeiro, o quarto ou o oitavo. Cada um é especial», assegurava.

«Favorito para ganhar o 12º»

Toni Nadal estava eufórico e feliz porque ganhar a {Thiem} era muito importante. «Tem demonstrado que é o melhor do mundo em terra». E assegurava que «a partir de hoje, Rafael é o favorito para ganhar o duodécimo, depois já veremos», dizia orgulhoso após colaborar no último embora salientando que não é o treinador de Nadal. «Só/sozinho seu tio». Carlos Moyá que sim o é, também não lhe via limite a seu amigo. «Cada vez é mais {dificil}. Os anos pesam e temos de superar muitas dificuldades. Nunca {sabes} que pode passar, como hoje quando tinha os cãibras. Passámos momentos de tensão porque lhe viamos sofrer», disse. O excampeão de Roland Garros em 1998 que acabou sua corrida/curso só/sozinho com esse {Grand} {Slam} destacava os 17 de Nadal. «É algo impressionante», mas também não acreditava que fora o último que ganhe. «Agora temos ganho Roland Garros e não pensamos noutra coisa, mas depois de/após uns dias, Rafa irá a ganhar onde jogue porque sua essência é ser competitivo».

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