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El Periódico Extremadura | Domingo, 29 de março de 2020

Fuera da fogueira após quatro meses

O Extremadura abandona os postos de descida/desmpromoção após 16 semanas consecutivas metendo ao Lugo abaixo e pondo-se ao alcance de vários rivais mais. Manuel ganhou a batalha do banco a {Pep} {Martí} com um projeto {acertado} que riscou a perfeição

RODRIGO MORÁN
22/04/2019

 

Era Dezembro e chovia pessimismo no Extremadura quando caiu à fogueira dos postos de descida/desmpromoção. Aí tem vivido durante os últimos quatro meses. Ou as últimas 16 semanas, como vocês prefiram. Aguentando estoicamente que a corda se esticava por em cima e nunca se aproximava a seu objetivo. Mas aí, nas chamas do inferno, o Extremadura tem sabido manter-se vivo. A base de fé, coragem e pundonor. Segurando-se à corda nos partidos finais e mantendo uma cega confiança em que se podia conseguir.

E quatro meses depois, o Extremadura de Manuel pode dormir fuera do descida/desmpromoção. Pelo menos nesta semana. «Mas com a face apertada. Aqui não fizemos nada ainda e meus jogadores o sabem», advertia Manuel após o jogo/partido.

A face de felicidade do treinador após o jogo/partido se via a quilómetros. Teve que sair de seu casa, de {Riazor}, para ter uma oportunidade como treinador no futebol profissional. E em sua volta a Corunha, lhe deu um revisão tática a {Pep} {Martí}, que debutava perante seu novo público e que apenas leva dois partidos com dois derrotas no banco.

Todos os movimentos de Manuel foram muito inteligentes. Desde a pressão alta no projeto inicial a saber contemporizar os minutos chaves da segunda parte. «Mas o mérito é de meus jogadores, que são uns autênticos {cracks} e sempre sabem fazer bem as coisas que lhes dizemos», precisa o treinador.

Não lhe falta razão ao treinador azul-vermelho. A equipa está mais sólido e comprometido que nunca. «Somos felizes nos treinos e isso se nota muito nos partidos», confessava {Ortuño} após a aposta. Um {Ortuño} que realizou o melhor jogo/partido como azul-vermelho. Não lhe fez falta marcar para demonstrar uma exibição de futebol de espaços, de corpo a corpo e de saber combinar com a equipa.

Teve mais nomes próprios. Como o de {Olabe}, que estreou marcador de golos. Ou como o Casto, o colecionismo de paragens/desempregadas/paradas.

E a mão gigante, que não faltou à cita/marcação/encontro. Mais de um centena de valentes azuis-vermelhos que se chuparam 1.400 quilómetros para ver ganhar a seu plantel/elenco um jogo/partido histórico em {Riazor}. Um mão-cheia de valentes que acredita cegamente nuns jogadores que sabem que, da mão, se pode conseguir a salvação/manutenção.

16 semanas depois, o Extremadura sai da fogueira. Mas, cuidado. As chamas do inferno seguem/continuam acesas.

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