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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

Os fornecedores denunciam faltas de pagamento


13/03/2020

 

Uma quinzena de empresários de Almendralejo e outros pontos da região, amparados num movimento realizado pela associação {BNI} Desafio, denunciaram os contínuos faltas de pagamento que estão a sofrer por parte do Extremadura. Entre todas as procuras poderia superar-se os 600.000 euros.

Os empresários têm estourado, especialmente, pela falsa promessa realizada no passado 2 de Março pelo novo presidente do clube, Luis Oliver Sierra, quando em seu conferência de imprensa de apresentação {anució} a bombo e pratinho, em reiteradas ocasiões, que seu grupo liquidaria o pagamento de todas as faturas numa semana. Para isso, disse que poriam em cima da mesa um milhão de euros. Passada uma semana, nem o milhão de euros nem o adubo/prestação/pagamento das faturas foram uma realidade. É mais, «a gota que encheu o copo se produziu na segunda-feira passada quando a muitos de nós nos chamaram para pedir-nos dinheiro para financiar autocarros para o deslocação de adeptos a {Elche}», explicou ontem Sergio Salguero, responsável do grupo {Dihex} e presidente de {BNI} Desafio, um dos afetados. Consideram que foi uma partida que lhes deva dinheiro desde há meses e que, além disso, lhe peçam mais.

Ao grupo de empresários se tem unido Vicente Vilaplana, responsável de Camionetas Vilaplana, empresa que oferece os serviços de camioneta a todas as equipas do Extremadura e que gere as viagens da primeira plantel/quadro. Somente a esta empresa, o Extremadura deve quase 250.000 euros. «Nós podemos suportar quantidades/quantias, mas já chega um limite que é inviável e que não podemos aguentar», dizia ontem Vicente. De facto, o Extremadura tem suspendidos suas viagens com Vilaplana desde/a partir de ontem, pelo que não poderá usar o autocarro oficial nos próximas deslocações.

Há mais. O fornecedor de roupa desportiva ({DobleK}) também tem demandado esta situação de faltas de pagamento por falta de cobranças. Se lhe deve uma quantidade/quantia aproximada de 200.000 euros e, desde/a partir de na passada semana, não fornece de roupa desportiva a nenhum jogador nem plantel/elenco do Extremadura.

{Talones} roubados / A tudo isto temos de acrescentar/adicionar empresas que, por acaso, se apresentaram na conferência de imprensa para somar-se ao grupo de afetados. Um destes fornecedores de serviços apresentou documentos onde o banco notificava que o Extremadura lhe tinha dado promissórias que apareciam como «furtados», isto é, roubados, como explicou Antonio Carretero, advogado de {Atrium} que gere as procuras.

Os empresários se perguntam porque é que esta situação se repete com praticamente todos os serviços. Não se têm pago serviços de megafones, hospedeiras, vídeos, eletricidade, produtos de limpeza, viagens, fotografias, para além de a várias planteis/quadros de outros equipas. Também se lhe devem vários meses aos empregados do {Sport} Bar do Extremadura (antigo Hotel Dulcinea), que ontem fechou as suas portas como medida preventiva pelo coronavirus.

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