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Ferrari ultima a contratação de {Sainz}

A ‘{Scuderia}’ e Sebastian Vettel fazem oficial a separação a finais de 2020

 

Carlos Sainz. -

MIGUEL MARTÍNEZ OVIEDO
13/05/2020

A oferta de renovação foi uma convite a ir-se. De 35 milhões de euros a cada ano, a só/sozinho nove; de renovações de três anos, a só/sozinho uma época. Sebastian Vettel o entendeu também assim, e mais depois de/após ver como Charles Leclerc renovava de vermelho por cinco épocas.

É também a fórmula escolhida por Ferrari para que o tetracampeão possa despedir-se de cinco épocas vestindo de vermelho dizendo que é decisão do piloto não seguir/continuar. Mas o certo é que em Ferrari se tinham decidido por Carlos Sainz faz já meses. O madrileno é o escolhido à frente de Daniel Ricciardo para assumir o substituição. É rápido, consistente, e capaz de manter sem ruído a rivalidade com pilotos rapidíssimos como {Max} {Verstappen} ou Nico Hulkenberg.

Sainz se incomodou bastante quando se filtrou que tinha tido conversações com {Toto} {Woff} após a marcha inesperada de Nico Rosberg de Mercedes no fim do 2016. Esta vez, ele mesmo, o seu pai e seu ambiente foram escrupulosamente zelosos da confidencialidade que obriga um passo tão grande como vestir-se de vermelho na F-1.

Sabe bem Sainz –porque Fernando Alonso se o contou– que pilotos como Mark Webber, Robert Kubica, Nico Hulkenberg ou Daniel Ricciardo chegaram a passar reconhecimento médico, e inclusivamente se fizeram assento em Maranello, em metade duma nuvem de precontratos que jamais chegaram a nada concreto. E todos eles tão somente nos últimos 10 anos. Sainz não passou do «me sinto lisonjeado» quando desde/a partir de a última corrida/curso de 2019 em {Abu} {Dhabi} se a perguntou pelo interesse/juro que tinha mostrado Ferrari.

PONTO DE MADUREZ / Sua extraordinária época em McLaren lhe tem colocado o cartaz de piloto «maduro», embora a ninguém no paddock se lhe escapa que foi capaz de tratar mano a mano a {Max} {Verstappen} em Touro {Rosso}, ou de acabar batendo ao rapidíssimo Nico Hulkenberg em Renault, e em ambos casos com a equipa capotado com em seus rivais, algo que se encontrará em Maranello com Charles Leclerc.

Sainz substituirá a um {tetracapeón} do mundo como Sebastian Vettel após cinco anos em 101 corridas/cursos e 14 vitórias que nunca lhe permitiram chegar a a ultima corrida/curso com opções de ser campeonato, e isso apesar de usufruir do melhor carro/automóvel um par de anos, em 2017 e 2018. Seus próprios erros lhe condenaram e seu nível de pilotagem nunca fez esquecer a seu predecessor, Fernando Alonso, que esteve muito perto de ganhar o {titulo} em 2010 e 2012.

«Esta é uma decisão tomada conjuntamente por nós e Sebastian, uma que ambas partes consideram que é o melhor. Não foi uma decisão fácil de alcançar, dado o valor de Sebastian como condutor e como pessoa», explica o diretor de Ferrari.