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El Periódico Extremadura | Domingo, 8 de dezembro de 2019

Un extremenho de Champions

El designer Jacinto Romo, de Calamonte, trabalhou para a UEFA na final de Madrid

JOSÉ GAGO
22/07/2019

 

Jacinto Romo (Calamonte, 1993) não fez parte do combinado de {Jürgen} {Klopp} no passado 1 de Junho na final da Champions League, mas também terá essa data gravada em sua lembrança. «Sinceramente, não me fez especial ilusão/motivação. Foi uma grande oportunidade, mas é que não gosto muito o futebol, sou mais de basquetebol», confessa este desenhador que participou nos preparativos da jantar de autoridades do dia anterior a dita final.

Os seus conhecimentos futebolísticos não são muito altos, de facto não conhece a nenhum jogador do {Liverpool} ou {Tottenham}, os dois clubes que disputaram essa final que acabou com vitória ‘rede’. «Te sou sincero, dos que assistiram a essa jantar só/sozinho conheci a Florentino Pérez e a Enrique Cerezo, são os que mais vejo pela televisão. El resto eram desconhecidos para mim», explica entre risos Romo.

E ainda que seu nome não é conhecido, sua função foi importante para Madrid e também para a UEFA, que contou com seus serviços como designer. «A empresa onde estou já trabalhou várias vezes com eles, nos pediram que fizéssemos diferentes designs, {coordináramos} o evento e também alguns vídeo {mappings} em 3D», detalha este {rabúo} agora {afincado} em Madrid por trabalho.

Nessa gala prévia à final da {UCL}, assistiram os familiares dos jogadores de {Kloop} e {Pochettino}, para além das autoridades UEFA e representantes das altas esferas do futebol nacional. «El evento teve lugar na galeria de vidro do Palácio de {Cibeles}, no Câmara Municipal de Madrid, e as figuras {corpóreas} que se podiam ver ali também as {diseñamos} nós».

TRABALHOS BRANCOS / E não fica aqui o percurso/percorrido pelo mundo do futebol de Jacinto Romo, também trabalhou para o Real Madrid. «No passado ano, quando o Real Madrid ganhou a Champions, também {coordinamos} e {diseñamos} tudo o evento de celebração que se levou a cabo no {Bernabeú}. E, bom, também temos editado alguns vídeos para eles», diz com normalidade.

É que o futebol não é sua paixão. «Não sei se me deixei algo por aí, mas já te digo que o futebol não é minha paixão e nessa altura o tomo como um trabalho mais. Me fez ilusão/motivação, porque é um trabalho importante, mas não o vivi com a paixão que o faria um adepto ao futebol», manifesta este regulado em Belas Artes. Se formou em {Sevilla}, mas encontrou sua oportunidade laboral em Madrid.

E aí seguirá/continuará, porque seu mercado, por enquanto, não germina na Extremadura. «Gostaria estar em minha terra, mas é que na região não há empresas tão importantes como em Madrid que procurem os trabalhos que {realizamos}. Falta essa cultura empresarial e também educar que o trabalho vale dinheiro, me chegaram a pedir designs gratuito», lamenta Romo.

«As pessoas pensa que o trabalho de um artista não vale dinheiro, porque acreditam que só/sozinho se necessitam horas para acabar esse design ou pintura, mas não é assim. Para poder/conseguir fazer esses trabalhos, tenho tido que formar-me, praticar e esse trabalho merece ser remunerado. Falta essa cultura na Extremadura», diz este desenhador de ‘{champions}’.

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