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El Periódico Extremadura | Domingo, 18 de agosto de 2019

O Extremadura irá até ao fim por ‘o beliscão’ de {Enric} Galego

O Tribunal Arbitrário de {LaLiga} decidirá se lhe corresponde 600.000 euros do transferência/trespasse/passagem ao {Getafe}

RODRIGO MORÁN
18/07/2019

 

O Extremadura não se esquece do caso {Enric} Galego e lutará «até ao fim» por obter seus direitos económicos no transferência/trespasse/passagem do avançado/ponta de lança catalão do Huesca ao {Getafe} por seis milhões de euros, uma operação que se realizou com o pagamento da cláusula de rescisão por parte do clube madrileno e pela que o Extremadura reclama o 10% em virtude duma cláusula assinada no contrato do transferência/trespasse/passagem que se formalizou o passado Janeiro quando {Enric} passou do Extremadura ao Huesca.

O presidente do clube, Manuel Franganillo, abordou ontem este tema durante a apresentação de Sergio Gil como jogador azul-vermelho: «O clube não vai-se a ficar desempregado/parado nisto e iremos até ao fim. O Extremadura se levou muito bem com o Huesca e {provocamos} a saída do jogador ao clube {oscense} com facilidade, algo que agora não se corresponde». No Extremadura estão muito zangados com a posição do Huesca, que entende que ao tomar uma assinatura a cláusula de rescisão, a operação não é um transferência/trespasse/passagem e, portanto, a cláusula de 10% do futuro transferência/trespasse/passagem que devia obter o Extremadura não teria validade.

No clube azul-vermelho estão tranquilos e os seus advogados levam com {discrección} todas as gestões. O certo é que quando o Huesca foi a retirar o dinheiro da cláusula de rescisão que depositou o {Getafe} na sede de {LaLiga}, não pôde retirar os 600.000 euros que se encontram retidos e que obedecem a esse 10%. Será o Tribunal Arbitrário de {LaLiga}, órgão encarregado destes assuntos, o que emita parecer para que clube é a quantidade/quantia. Se tomamos em conta precedentes anteriores como são os casos de {Vitolo} ou {Griezmann}, o Extremadura teria a razão. «{Acataremos} o que diga {LaLiga}», apontou ontem Franganillo, embora no caso de que não se lhe desse a razão, o clube tem argumentos e documentos para ir por a via judicial até à última minuta possível.

Alargamento/ De outro lado, Manuel Franganillo também avançou ontem que o clube está perfilando o alargamento de capital obrigatória imposta pelo Conselho Superior de Desportos e que poderia rondar pelos três milhões de euros. O presidente do clube a catalogou como «a maior investimento de um clube desportivo na região a todos os níveis» e que dá fé do acordo/compromisso que os atuais gestores têm com o projeto.

Franganillo não quis revelar nem cifras, nem nomes nem percentagens de como ficará estruturada a nova Sociedade Anónima Desportiva, embora sim confirmou que no momento em que esteja o tema atado, se informará de todas as cifras e detalhes.

O presidente azul-vermelho também falou do mercado de contratações e das opções do clube para assinar a um avançado/ponta de lança. Os meios lhe perguntaram por Juanjo Narváez, médio colombiano do Real {Betis} do qual Franganillo disse que «gosta» ao clube. Também deixou claro que a intenção do Extremadura é trazer em jogadores em propriedade que se convertam em ativos do clube.

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