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El Periódico Extremadura | Sábado, 25 de janeiro de 2020

Estômagos fechados, mas máximo orgulho

O Cáceres Património lamenta não culminar a façanha em {Palencia}, mas já pensa no Alicante

JAVIER ORTIZ CÁCERES
07/12/2019

 

A Roberto Blanco parece que se lhe fecha o estômago quando perde.

–¿Um {bocata} de presunto do bom, {Rober}?

–{Nah}, obrigado/obrigada.

A conversa, correta mas sóbria para o que é ele, se produz de madrugada numa estação de serviço muito perto de Salamanca, em {Arapiles}. Faz um frio que {pela} e passaram mais de duas horas desde que o Cáceres Património da Humanidade ficou com a vitória nos lábios na pista do {Trapa} {Palencia}. 87-86 na prorrogação e, apesar da poderosa imagem oferecida, fim aos quatro triunfos consecutivos.

O treinador, contra das desconfianças iniciais, está a fazer muito bons miolos com seu ajudante Armando {Gómez}, um homem importante no bom arranque do Cáceres. A mente de ambos está já em deixar-se as {pestañas} no dia seguinte na preparação do encontro que espera na próxima sexta-feira perante o {LHA} Alicante. Os jogadores terão o fim-de-semana livre.

Mas não completamente, claro. Pela cabeça de Blanco passam ainda os 45 minutos de jogo no pavilhão {palentino}, sobretudo os dois finais, o do tempo regulamentar e o da prorrogação. Se calhar (não: seguro) foi um dos partidos mais emotivos de quase 30 anos de basquetebol profissional em Cáceres. E o conceito/ponto «orgulho» por uma vez lhe ganhou à palavra «derrota», pelo menos desde/a partir de a perspectiva do adepto.

Mano a mano

Um par de horas atrás, na sala de imprensa de {Palencia}, o treinador de Plasencia {aireó} uma vez mais o que lhe subida assumir desenlaces assim. «Vivo com muita paixão meu estreitamente», indicou com voz ‘tocadas’.

«Nos tem costado um pouco/bocado entrar no jogo/partido no primeiro quarto, com dificuldades para defender situações de bloqueio indireto e deixando a seus atiradores em posições libertadas», começou analisando. «Logo conseguimos meter-nos por meio de uma boa defesa, com essa energia que nos carateriza, e no ataque temos tido as ideias mais claras», acrescentou. Também se declarou «orgulhoso» do estreitamente dos jogadores porque «jogarle mano a mano uma equipa como {Palencia} poucos o podem dizer».

«O jogo/partido se tem decantado por {pequeñitos} detalhes. Temos cometido algum erro nas situações finais e temos que corrigi-lo, porque nosso objetivo é competir/rivalizar/disputar para optar a ganhar», acrescentou, descartando comentar o arbitragem. Seus protestos na última jogada, na qual reclamou falta sobre/em relação a {Arkeem} Joseph, tinha sido minutos antes públicas e notórias.

Apesar de isso, o Cáceres se foi embora de {Palencia} felicitado e contente/satisfeito do trato recebido. Como disse Blanco «é uma gozada jogar perante um público assim»: {animoso} com seu próprio plantel/elenco mas educado com o rival. 17 campos mais assim na LEB Oro, com quase 5.000 espectadores, a voltariam a converter numa das melhores ligas de Europa, que ninguém o duvide.

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