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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de septembro de 2019

Espanha multiplica seus sonhos

A seleção de {Scariolo}, ao borda do pódio já, supera o obstáculo polaco a base de carácter

LUIS MENDIOLA
11/09/2019

 

Sem o brilho do jogo/partido de Sérvia, sem a intensidade do dia de Itália, mas com a mesma determinação e o mesmo espírito, Espanha abriu-se passo também frente a Polonia nos quartos-de-final que dão acesso à luta pelas medalhas e se impôs por 90-78. A seleção já está entre os quatro melhores do Mundial, a barreira na qual se tinha estrelado nas dois últimas edições, e lhe abre tudo um caminho de esperança e ilusão/motivação de aqui a que acabe o torneio. Por enquanto as meias-finais, tudo um êxito se olhe como se olhe, na qual se medirá esta sexta-feira ao vencedor que sairá hoje do Austrália-República Checa.

{Ricky} Rubio, uma vez mais,com 19 pontos, 9 assistências e 5 ressaltos, e {Rudy} Fernández, com 16 pontos e 5 de 5 em triplos, acenderam a luz num encontro sofrido do princípio ao fim para os jogadores de {Scariolo} que, nesta ocasião, tiveram que pôr-se o giro de trabalho e sofrer para deixar a seu rival na valeta.

Não é casualidade que Polonia se tenha plantado na briga pelos postos de honra. Desde o primeiro instante exigiu a máxima concentração à seleção. Não é uma equipa com o talento da seleção espanhola, mas é um bloco sólido e constante, que está num momento de confiança esplêndido. Por exemplo, o do base nacionalizado A.J. {Slaughter}, que estará esta época nas filas do {Betis}, um {manejador} extraordinário de bola, muito complicado de parar no um contra um. Mas nesse {setado} de graça encontram-se vários jogadores do combinado de {Mike} Taylor.

PROBLEMAS DE MARC / À seleção lhe custou um mundo abrir-se caminho no jogo/partido porque para além do carácter {granítico} de Polonia encontrou-se com um problema adicional: as más sensações dos dois grandes: Marc Gasol e {Willy} {Hernangómez}.

O pívot catalão, concretamente, trabalhou bem os aspetos imprescindíveis: a defesa, as ajudas, a geração de jogo, mas não está fino quando ataca o aro. Em ocasiões porque os rivais se fecham sobre/em relação a ele. Mas também em ocasiões porque parece {falto} de confiança. Sem a faísca costuma ter. {Willy} também não conseguiu dar-lhe um substituição adequado quando esteve na campo/pista. E esse aspeto desequilibrou o jogo da seleção e facilitou a defesa de Polonia. Felizmente, {Ricky} se encarregou de atirar desde o início da equipa, bem acompanhado por {Rudy} Fernández e o {trabjo} de ambos lhe deu certa iniciativa à seleção, embora {ene} tudo momento com a soga a pescoço (22-18, m. 10) porque Polonia castigava, além disso, as fissuras defensivas da equipa espanhol.

NOMES DECISIVOS / O aparecimento de Juancho Hernangómez no terceiro quarto resultou providencial. Com três triplos nada mais iniciar/dar início's o quarto e um adicional de {Rudy}, lhe deu a Espanha os melhores minutos do jogo/partido e também sua máxima vantagem (38-28, m. 14) até esse instante. Esse ar chegou de forma providencial para a equipa de {Scariolo}, ao que se lhe via sofrer sobre/em relação a a campo/pista. Mas não foi o golpe que podia esperar-se no jogo/partido. O medida certa no tripla (6 de 10 até esse instante) durou o que durou e Polonia, com seu ritmo constante e também com seu descaro, num encontro no qual não tinha nada a perder, voltou a pôr-se em mãos de {Slaughter} e {Wzaczysnki}, o jogador do {Unicaja}, para apertarle as {tuercas} a seu rival e ir-se com um 46-41 no descanso, q {ue} deixava tudo aberto para o segundo período.

Regressaram os jogadores de {Scariolo} à campo/pista com melhor atitude e mais agressividade em defesa, consciente da oportunidade que tinham diante. Mas quem mais convição lhe pôs de início foi {Rudy} Fernández, que tem ido de menos a mais no campeonato, e está entrando na fase decisiva do campeonato com um papel protagonista. Com dois triplos de início de terceiro quarto deu um novo empurrão às aspirações espanhóis (58-44, m. 24). Mas ninguém foi capaz de dar-lhe o substituição com garantias. Por isso o tom intermitente, as desconexões, os problemas para atacar sobretudo em estático, se mantiveram na seleção para que {continuara} a agonia em cada posse e em cada defesa (67-58, m. 30).

Com {Willy} Hernangómez muito mais efetivo no início do último período e, sobretudo, com o protagonismo de {Ricky} Rubio, que {despejó} a incerteza com dois triplos consecutivos à falta de quatro minutos (82-72, m. 36), Espanha acabou de levantar a cabeça e acrescentou outro oportunidade de ouro a seu já deslumbrante história dos últimos anos.

ESPANHA 90

POLONIA 78

3Marcador por quartos: 22-18, 46-41 (descanso/intervalo), 67-58 e 90-78 (final).

3Árbitros: Jorge Vázquez ({PUR}), {Yohan} {Rosso} ({FRA}) e {Takaki} {Kato} ({JAP}). Sem eliminados.

3Pabellón: Oriental {Sports} {Center}.

3Espectadores: 10.000.

3España: {Ricky} Rubio (19), {Rudy} Fernández (16), Juancho Hernangómez (14), Víctor Claver (6) e Marc Gasol (10) -cinco inicial-, Pau Ribas (1), Pierre Oriola (2), {Willy} Hernangómez (18) e Sergio Llull (4), Javier Beirán (-), {Rabaseda} (-) e {Quino} {Colom} (-).

3Polonia: {Slaughter} (19), {Hrycaniuk} (8), {Cel} (3), {Ponitka} (9), {Waczynski} (15) -plantel/elenco titular-, {Balcerowski} (-), {Sokolowski} (11), {Olejniczak} (-), {Laczynski} (-), {Gruszecky} (-) {Koszarek} (3) e {Kulig} (10).

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