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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 19 de dezembro de 2018

Espanha começa o caminho até um ouro que não tem

Os ‘Hispanos’ se enfrentam às 18.15 horas a República Checa

J. D.
13/01/2018

 

A lógica da progressão aponta que Espanha deveria conquistar a medalha de ouro. Quarta no Europeu de 2012, terceira no 2014 e segunda no 2016, o objetivo não é outro que o título. La Roja do andebol tem medalhas de todas os cores, menos o amarelo, que se tem escapado quatro vezes na história do campeonato com quatro finais perdidas. A renovada seleção de Jordi Ribera inicia este sábado o caminho que acaba o último dia de Janeiro em {Zagreb}.

Esse caminho se abre contra a República Checa (18.15 h., Teledesporto), e continuará perante Hungria (segunda-feira) e Dinamarca (quarta-feira). Os três classificados do grupo D se cruzam com os do C (Alemanha, {Montenegro}, {Macedonia} e Eslovénia) numa liguilha da que os dois primeiros lutarão pelas medalhas com os outros dois grupos. Croácia, o anfitrião, França, por tradição, Alemanha, o vigente campeão, Espanha e Dinamarca, o ouro olímpico, formam o ramalhete de favoritos.

«Se não nos {desviamos} da via da humildade e a ambição podemos fazer algo grande», expôs Raúl Entrerríos, o capitão dos Hispanos. É o mais veterano do grupo (36 anos), no qual oito dos 17 integrantes superam a trintena.

Ribera tem injetado uma dose de renovação com a álibi da não classificação para os Jogos Olímpicos de Rio e o quinto posto no Mundial do ano passado. A vítima mais ilustríssima foi Víctor Tomás. «Mentiria se dissesse que não estou {jodido}», reconheceu o capitão do Barça quando conheceu seu descarte. «Gosto competir com os melhores e acredito/acho que tenho o nível para fazê-lo», acrescentou o extremo. «Não tem as portas fechadas da seleção», respondeu o selecionador sobre/em relação a seu possível regresso ao plantel/elenco.

«Nossa ilusão/motivação é estar nas medalhas», assegurou Ribera antes de partir, para situar o primeiro fasquia de exigência.

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