+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

Espanha briga pelo dobro prémio: final e ‘vingança’

Eslovénia, verdugo no Pré-olímpico, é o rival dos ‘Hispanos’

 

{Ferrán} Costumar, Raúl Entrerríos e Joan Cañellas. - EFE

JAVIER VILLANUEVA (EFE)
24/01/2020

A seleção espanhola de andebol tratará de dar hoy (20.30 horas) perante Eslovénia o penúltimo passo para revalidar o título continental que conquistou há dois anos em Croácia, num encontro de meias-finais que destila aroma a desforra.

Dá igual que tenham passado já quase quatro anos ou que entretanto espanhóis e eslovenos se tenham enfrentado num par de vezes, a dorida derrota resignada/sofrida perante os balcânicos no pré-olímpico de {Malmoe}, que deixou aos ‘Hispanos’ fuera dos Jogos de Rio, continua a ser uma ferida aberta no seio da equipa espanhol.

Uma ferida que os de Jordi Ribera tratarão de cicatrizar definitivamente esta sexta-feira com um triunfo sobre/em relação a um rival com o que guarda numerosas semelanças, já que ambos conjuntos fizeram, nestes tempos de predomínio do fator físico, da inteligência a bandeira de seu jogo.

Se Espanha destaca pela capacidade de seus jogadores para saber ler taticamente o que procura o jogo/partido em cada momento, Eslovénia não lhe andor à defesa, graças à presença de Jure {Dolencer} ou os centrais {Dean} {Bombac} e {Miha} {Zarabec}.

Jogadores que não só/sozinho sabem dirigir à perfeição o jogo da sua equipa, mas para além disso podem converter-se, especialmente no caso de {Bombac} e {Dolenec}, nos responsáveis finalizar a ofendida eslovena, graças a sua velocidade e explosivas {fintas}.

De facto, {Dean} {Bombac} e Jure {Dolenec}, que chegarão frescos ao jogo/partido após não jogar nem um só/sozinho minuto perante Noruega na última jornada da segunda fase, figuram entre os máximos marcadores do conjunto/clube esloveno.

Aqui reside uma das diferenças entre ambos conjuntos, já que enquanto no caso de Espanha nem Raúl Entrerríos, nem Dani Sarmiento têm a obrigação de açambarcar a faceta goleada, dada a amplitude de recursos dos que dispõe o conjunto/clube espanhol para culminar sua ofensiva.

No caso de Eslovénia, seus centrais se vêem obrigados em multiplas ocasiões a monopolizar as ações ofendidas, carentes duma maior/velho contribuição de seus companheiros/colegas.

Especialmente no pivô, onde a casal/par que conformam {Julen} {Aginagalde} e {Adrià} {Figueras} parecem vários corpos pela frente/por diante do dueto que conformam {Blaz} {Blagotinsek} e {Kristjan} {Horzen}/e Igor Zabic.

Onde poderia ser perfeitamente intercambiável os jogadores de ambos conjuntos é nos extremos, já que tanto/golo os exteriores espanhóis como os eslovenos, entre os que sobressai {Blaz} {Janc}, que jogará a próxima campanha no Barça, destacam por sua rapidez e eficácia na finalização.

Extremos entre os que Jordi Ribera confia em poder/conseguir contar para as meias-finais com Ángel Fernández, que se perdeu o último jogo/partido perante Croácia {aquejado} de um processo {febril}.

Quem com toda segurança estará perante os eslovenos, após confirmar-se na ressonância magnética à que se submeteu na quarta-feira à noite que só que somente sofre uma “forte contusão” na joelho direito.

{Dujshebaev} acendeu todos as alarmes no conjunto/clube espanhol ao ter que abandonar a pista minutos antes da conclusão do jogo/partido com Croácia, após sofrer um choque com Igor Karacic.

É que se como sempre destaca o treinador Jordi Ribera, a seleção espanhola é um grupo equilibrado, no qual em cada jogo/partido a estrela pode ser um ou outro jogador, o certo é que o processo de {Dujshebaev} neste Europeu não pode ser mais muito bom

Elétrico em defesa, onde não pode estar dando melhor rendimento em seu papel de avançado no 5-1, e contundente no ataque, graças a seus efetivos lançamentos inesperados, o maior/velho dos irmãos {Dujshebaev} tornou-se numa peça chave para as aspirações do conjunto/clube espanhol.

Tal como os guarda-redes Gonzalo Pérez de Vargas e Rodrigo Corrales, que se postulam, após suas excecionais atuações, em dois claros favoritos para levantar-se com o título de melhor guarda-redes do campeonato.

É que Espanha tem claro que o caminho para superar a Eslovénia e disputar sua terceira fina consecutiva de um Europeu passa por manter-se fiel às virtudes que lhe permitiram chegar invicto às meias-finais: baliza, defesa e contra-ataque.

Peças às que acrescentar/adicionar e elaborado ataque estático com o que acabar de superar a Eslovénia e retirar-se por fim a espinha, que os “Hispanos” levam pregada desde há quatro anos, quando uma má tarde perante Eslovénia lhes privou do sono/sonho de disputar os Jogos Olímpicos de Rio.