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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 26 de septembro de 2017

Eslovénia, com {Doncic} emergindo, ameaça o favoritismo de Espanha

Sergio Scariolo assegura que não sente pressão

LUIS MENDIOLA ESTAMBUL. ENVIADO ESPECIAL
14/09/2017

 

O emergente {Luka} {Doncic}, a jóia da pedreira/formação do Madrid, seu colega no conjunto/clube branco, {Anthony} {Randolph} e, sobretudo, {Goran} {Dragic}, estrela dos {Miami} {Heat}, sustentam as opções de Eslovénia na meia-final do {Eurobasket} que hoje lhe enfrentará a Espanha (20.30 horas, Quatro).

O jovem talento de 18 anos (os cumpriu o passado Fevereiro) tem impactado no {Eurobasket} com a mesma força que debutou no 2015 na Liga Endesa, quando só/sozinho tinha 16 anos.

Face à Letónia de {Kristaps} {Porzingis}, nos quartos-de-final, concluiu com 27 pontos e 9 ressaltos, a melhor anotação de um jogador de sua idade em toda a história do Europeu. Além disso é o único jogador junto a Pau Gasol que promédia/meia 10 pontos ou mais (15,7), sete ou mais ressaltos (7,7) e três ou mais assistências (3,1) e o que conta com melhor avaliação da seleção eslovena (19,3) só/sozinho por detrás de {Dragic} (21,6).

O CÉU, O LIMITE / «Por partidos como o de Letónia dizem que é o melhor de sua idade. Tem 18 anos, mas joga com muita cabeça nos momentos quentes. É meu colega de quarto, é ainda um menino, mas adoro. Ainda vê desenhos animados, séries como {Friends}, mas somos tremendamente afortunados de tê-lo aqui», afirma {Dragic}.

«O céu é seu limite», acrescenta o selecionador Igor Kokoskov, que acredita que {Doncic} melhoria em cada jogo/partido. «A forma na qual {Doncic} está jogando é realmente impressionante. Tens que esfregar-te os olhos às vezes porque não {crees} o que está a fazer na campo/pista», ratifica o treinador espanhol Sergio Scariolo.

«Me tem impressionado Eslovénia. Têm tido uma trajetória fantasiosa, ganhando todos os partidos e sabendo-se adaptar a cada encontro», afirma Scariolo, que destaca, acima de tudo a capacidade de anotação e criação de {Dragic} e {Doncic}. «É uma equipa súper completo, com os {roles} muito bem definidos e com uma sólida defesa que poucos têm». O treinador italiano acredita que Espanha terá que jogar «quase perfeito» para prevalecer. «Quando {llegas} a esta fase e {estás} tão perto de uma medalha não há pressão. Só/sozinho a satisfação de chegar a meias-finais e o sono/sonho de jogar uma final europeia», aponta.

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