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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 18 de janeiro de 2018

Equador quase positivo, apesar de tudo

O Cáceres Património da Humanidade se sobrepõe às lesões e a que vários jogadores importantes ainda não estão cumprindo as expectativas: seu balanço de 8 vitórias e 9 derrotas é o mesmo que o da época passada a estas alturas

JAVIER ORTIZ
10/01/2018

 

Ocho vitórias e nove derrotas. Idêntico balanço que o de há um ano quando concluiu a primeira volta da LEB Oro. O Cáceres Património da Humanidade chega undécimo ao equador da liga regular/orientar com uma mistura entre o orgulho que supõe estar na briga por entrar nos {playoffs} e o {reparo} que dá enfrentar nas próximas semanas com as baixas de dois titulares por lesão ({Rolandas} {Jakstas} e Guille Corrales). O balanço provisório também caminha entre a dicotomia de um plantel/elenco sólido em casa e frouxo a domicílio, onde só/sozinho tem ganho uma vez nos últimos onze meses.

Irregularidade nas rajadas

A época, com umas expectativas superiores à passada graças a, aparentemente, uma plantel/quadro mais forte, não começou da forma sonhada. À altura da quinta jornada o conjunto/clube de {Ñete} {Bohigas} só/sozinho tinha ganho um jogo/partido, o da segunda perante o Barcelona B (95-73). O resto foram derrotas, umas oferecendo uma versão competitiva (81-73 em {Manresa} e 69-63 em Palma) e outras fazendo o ridículo (o {dolorosísimo} 57-71 em casa perante o Huesca e o 101-73 em Lugo).

A situação começou a endireitar-se perante o {Clavijo} (91-77) e, apesar da deceção em pista do {Sammic} (79-74) se encadeou nessa altura uma boa rajada (80-61 ao {Leyma} Corunha, um valiosíssimo 78-83 em Oviedo e o 84-75 face ao Ourense). O 85-65 em Valladolid supôs o início de um novo {bandazo}, que incluiu outros dois murros perante {Prat} (60-82) e Lleida (91-67).

Os nervos não foram a mais graças à fiabilidade cacerenha no Multiusos. O calendário favoreceu porque três dos últimos partidos da primeira volta foram em casa e se saldaram com sorriso: vibrantes 89-85 perante {Araberri}, 75-73 perante Melilla e 71-68 perante {Palencia}. No meio se escapou de entre os dedos a vitória em {Castellón} perante o {Tau} (91-90 após dois prorrogações).

Problemas de lesões

Tudo isso esteve relacionado com os problemas físicos de vários dos jogadores, começando pelos de {Nikola} {Rakocevic}, ao que uma pré-época dificultosa lhe impediu render nos primeiros encontros oficiais. De facto, ainda falta por ver sua melhor versão (está promediando 5 pontos menos que a época passada e sua percentagem de medida certa no tripla se tem reduzido praticamente à metade, do 41,2% ao 23,3%).

A lesão mais grave foi a de {Pol} {Olivier}, que se perdeu um mês e meio de competição pelo que parecia uma simples doença muscular que derivou a algo mais sério. Isso deixou só/sozinho na direção a Guille Corrales, o que empurrou a um teórico escolta como Dani Martínez exercer como seu reserva. Agora volta a passar o mesmo porque quem se tem lesionado com um fortíssima entorse é Corrales, baixa perante o {Palencia} e que se perderá outro dois ou três encontros.

Também preocupa o que acontece com {Rolandas} {Jakstas}, em cujo regresso se tinham posto muitas esperanças. Mas suas persistentes dores na joelho lhe fizeram perder peso no jogo em relação ao interior emergente que era há dois anos. Agora vai a receber/acolher descanso/intervalo durante pelo menos um mês, o que se espera que sirva para impulsionarle. Na 2015-16 promediou 14,7 de avaliação e nesta, 9,8.

Outra vez fiados ao tripla

Como aconteceu em muitos momentos da campanha anterior, o Cáceres segue/continua fiando grande parte de suas opções ao tripla. Sem {Sandi} {Marcius}, que exercia de contrapeso, se deu maior responsabilidade aos atiradores, que lançam desde a linha de 6,75 uma média/meia de 26,4 vezes por encontro, só/sozinho superados por muito pouco/bocado pelo {Iberostar} Palma. O 35,8% de medida certa é o sexto melhor da LEB Oro, o qual não está mau. Seis dos dez profissionais da plantel/quadro o tentam mais de três que de dois.

Apesar de que pretendia fazer um jogo mais equilibrado, a proposta de {Bohigas} apenas mudou, com ritmo alto em muitos momentos para aproveitar as rajadas ofendidas. Anota 75,9 pontos e encaixa 78,8, números parecidos aos que se registaram no fim da passada época (75,5 e 81,3). A defesa segue/continua comunicada com o medida certa, com a impressão geral de que, quanto mais se {acierta} com o aro rival, mais concentração há no próprio.

Sem jogadores indispensáveis

O que sim se mudou é que já não se depende de um só/sozinho homem para praticamente nada, embora sim esteja tendo algumas individualidades interessantes. Chama a atenção que tenha que descer ao posto 28 da liga para encontrar ao jogador do Cáceres mais valorizado: Guille Corrales com 12,3. Suas altas médias em assistências (5,5, segundo do a LEB Oro) e roubos de bola (2,8, líder) lhe colocam como a peça de maior peso estatístico.

{Warren} {Ward}, um achado bastante atinado durante este verão, é nono em anotadores (14,1 pontos por encontro). Enquanto, {Robertas} {Grabauskas} está o 40º em ressaltos (4,7), Onda {Keshinro}, sétimo em tampões (1) e Sergio Pérez, nono em percentagem de triplos (43,7%) a seus 38 anos.

Pouco/bocado para a pedreira/formação

Desde o clube se lhe costuma reclamar a {Bohigas} que utilize mais aos {canteranos} para além de os treinos, mas resulta muito complicado encaixá-los em momentos nos que os partidos não estejam já decididos. {Vieux} {Kasse} tem visto a pista em cinco encontros, mas só/sozinho um total de cinco minutos exatos. Menos ainda jogaram {Edu} Robusto (três e 3:38) e Santi Parras, que se marcou o luxo de anotar dois triplos em 1:56 no que por agora é seu único aparecimento.

Por enquanto, a vinculação com o {Jaguarzo} {Adepla}, de Liga {EBA}, também não está trazendo dividendos a curto prazo, embora sim nos treinos. O argentino Franco Acosta acumulou 4:05 em três partidos e Pablo Gracia foi convocado no domingo passado perante o {Palencia}, mas não chegou a jogar.

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