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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

O desporto extremenho enfrenta um paralisação ‘sine die’ cheio de incógnitas

As Superligas 2 masculina e feminina de voleibol/vólei se uniram finalmente às suspensões

JAVIER ORTIZ deportes@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
13/03/2020

 

Não terá nem um só/sozinho acontecimento polidesportivo este fim-de-semana na Extremadura e provavelmente também não o que vem. O voleibol/vólei, por meio de uma federação nacional que se resistiu {sorprendentemente} a isso, acabou-se unindo aos adiamentos generalizados que nos dias anteriores tinham anunciado futsal, râguebi e basquetebol, entre outros. Os treinos da prática totalidade de clubes que trabalham com categorias ficaram desempregados/parados por agora.

Em {voley}, As equipas de Superliga 2 tanto/golo masculina (Cáceres Património, De Badajoz Voleibol/vólei e Grupo Laura {Otero} de Miajadas) como feminina (Extremadura Arroyo) receberam na quinta-feira de manhã com o alivio a mudança de critério federativo, que se tinha mantido em seus treze de disputar os encontros programados à porta fechada.

Aos protagonistas não gostavam de a ideia de jogar sem público, primeiro por evitar riscos à saúde própria e depois por respeito ao adepto fiel. Se davam circunstâncias tão estranhas como a do Cáceres, que se media uma equipa da Comunidade de Madrid, o Collado {Villalba}, que durante os últimos dias assistiu ao fecho de seu pavilhão por precaução. É possível que nos próprios recintos desportivos da Extremadura aconteça o mesmo durante os próximos dias, mas é uma decisão que ainda não se tem executado.

Por seu lado, o Arroyo emitiu um comunicado no qual, para além de mostrar-se satisfeito, aproveitou a situação para mandar uma mensagem «de prudência e responsabilidade, animando a que se sigam/continuem escrupulosamente as recomendações das autoridades sanitárias para manter a prevenção do contágio, pelo bem individual e coletivo».

ACALMA NO CÁCERES / O Cáceres Património da Humanidade devia jogar hoy perante o {Força} Lleida na LEB Oro, mas terá que esperar para fazê-lo. O clube --que a última hora anunciou o fecho de seus escritórios até nova ordem/disposição-- organizou uma comparência de três de seus rostos mais visíveis para falar da situação que se tinha gerado. O denominador comum também foi estar muito de acordo com a paralisação, por muito que seja sem data concreta/concretiza de regresso, entre outras incógnitas.

«Se passou de reduzir o risco de contágio a evitá-lo diretamente com esta decisão. A apoiamos a cem por cento», disse Sergio Pérez em sua faceta de gerente. «O clube seguirá/continuará uma série de protocolos em relação a seus jogadores, corpo treinador e demais pessoal para continuar em nossa dinâmica de estreitamente», acrescentou. Nesse sentido, indicou que os treinos do primeiro plantel/elenco só/sozinho continuarão se se garante a segurança dos protagonistas.

Nenhum verde-negro tem sintomas após a revisão médica, mas não foram submetidos aos testes de coronavirus, reconheceu Pérez. Deixou em mãos da Federação Espanhola a designação de datas para os partidos que vão a ficar pendentes.

Para Roberto Blanco, o treinador da equipa, «levamos uma semana com um ambiente deteriorado. As pessoas quer, mas na cabeça não era o mesmo. Era difícil manter a concentração. Isto é uma questão de pessoas. Temos que preocupar-nos da saúde própria». Deixou para hoy a configuração do {planning} da próxima semana, na qual o que o único seguro é que também não se visitará ao {Almansa}, como aparece no calendário da competição.

Especialmente crude foi Luis Parejo, o capitão: «A semana tem tido incerteza, mas desde/a partir de o clube nos deram tranquilidade ao balneário. Esperemos que tudo esteja dentro da normalidade e não há casos de histeria nem de nervosismo». E reconheceu sem rodeios que os jogadores não queriam disputar o jogo/partido perante Lleida: «Nos {reunimos} quando acabou um treino para falarlo. Não o viamos bem por saúde e porque não queríamos jogar sem nossas pessoas».

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