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Desportistas por natureza

As irmãs Anjos e Eva López Aguilera, uma judoca e a outra futebolista, lutam por triunfar. A maior/velho é medalhista nacional e internacional e a mais pequena guarda-redes do Santa Teresa

 

De em cima a abaixo, {Angeles} Aguilera, Eva e Anjos, em seu domicílio de Badajoz. - CEDIDA

JOSÉ MARÍA ORTIZ deportes@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
19/05/2020

Já desde que eram muito pequenas tenho tido claro que queria que {practicaran} desporto, dava igual qual deles, e assim as {apuntamos} a muitos: equitação, judo, futebol, andebol…». Fala Anjos Aguilera, mãe da judoca internacional Anjos López (26 anos) e a futebolista do Santa Teresa Eva López (21). A vicepresidenta da Federação Extremenha de Futebol mostra-se orgulhosa da trajetória e o comportamento global das suas filhas, protagonistas duma história de amor e entrega ao desporto, desenvolvida também, a seu modo, no confinamento do domicílio familiar em Badajoz.

«Fazia muitos anos que não estávamos tanto tempo juntos. Anjos foi com 15 anos e agora tem 26», quantifica a progenitora. Não há mal que por bem não venha numa família muito unida. Tanto/golo que até à própria Anjos mãe se une ao grupo da atividade física, que comanda diariamente a maior/velho das suas filhas, regulada em Ciências do Desporto.

Já desde/a partir de a escola Lope de Vega de Badajoz, as duas têm seguido/continuado uma trajetória paralela com um equilíbrio brilhante entre as notas e o desporto. «Sempre o disse: estou muito orgulhosa das duas por tudo o que fizeram e como enfrentaram tudo», expressa a mãe,

A própria progenitora esteve, indiretamente, no origem de isso, embora reconheça que ela nunca foi uma desportista, sim o seu marido, que tinha praticado o futebol. «Acreditemos o primeiro clube de futebol feminino na cidade, o Desportivo De Badajoz, que foi depois o Feminino Badajoz», diz Aguilera, que chegou a ser delegada da seleção espanhola nos dois últimos Mundiais. No germe do futebol feminino da cidade estiveram as três. Depois, Anjos filha se decantou pelo judo «porque ia mais com minha personalidade e características», segundo explica.

NO ALTO / «Meu sono/sonho é jogar na Liga Iberdrola». Eva, que tem debutado em Copa Federación com seu clube, não assim numa liga com promoção incluída à elite, não sobrancelha em poder/conseguir conseguir seu objetivo no futuro. «Tenho um ano mais de contrato, abrindo's várias opções; já veremos, embora está difícil», diz a guarda-redes, que tem terminado jogando esta época no plantel/elenco filial.

«Em seu dia fui a uma convocatória da {sub}-12 e tive que pôr de que jogava, e me pus porteira e central». Terminou baixo/sob/debaixo de paus a jovem desportista, que nessa altura nem sequer tinha cumprido os dez anos. Suas condições som «muito boas», julga sua irmã, que em seu dia também foi uma futebolista que prometia, neste caso como lateral e central porque Anjos sempre foi metódica, dura e trabalhadora. Seu historial como judoca não é fútil, com medalhas nacionais e internacionais incluídas e também, como Eva, um sono/sonho muito ambicioso: ser olímpica. Em Tóquio não vai a poder/conseguir ser porque as lesões e a mudança de categoria/escalão de peso, diz, a têm lastrado em excesso. Ainda tem 26 anos. ¿Com 30? Quem sabe. Ela, lutadora por antonomásia e convição, não o descarta, virtuosa da briga.

«Somos diferentes», dizem as irmãs, especialmente por carácter, e sua relação foi sempre ótima, com suas desavenças próprias da sua condição. Uma é mais ‘estrita’ que a outra. ¿Será a idade? Pode ser, mas isso é algo que nenhuma das duas assume abertamente. Pode que seja sua própria e genuína personalidade.

JUDOCA ¿{BOMBERA}? / Pelo profissional também têm evoluído de diferentes maneiras, embora sempre com o denominador comum do apoio familiar a prova de dificuldades. A Anjos lhe seduz, para além de sua condição de profissional do ensino do desporto, a da vocação inequívoca da ajuda aos demais. «Me estou preparando umas oposições/concurso público para {bombera}», revela a judoca, uma desportista fiel a seus princípios e a seu dia-a-dia que nos próximos dias voltará a passar pelo sala de operações por problemas acrescentados com um parafuso instalado na intervenção cirúrgica de ligamento à que foi submetido para voltar a praticar ao máximo nível seu desporto.

Eva estuda {Higienista} Dentária e, segundo aponta, «gosto muito; me apontei a um curso porque me o comentou uma amiga há dois anos e aí estou», ao ponto de apresentar-se seu futuro profissional por essa disciplina. «A mim o da saúde adoro», acrescenta na conversa que mantiveram as três protagonistas com este diário/jornal desde/a partir de seu domicílio de Badajoz. O pai também tem vocação de serviço, já que sua profissão é a de polícia.

A irmã pequena fala da maior/velho em termos de respeito . «Tem muito mérito. Trabalha muito, o seu não é futebol, que é menos». As horas do judo não se quantificam nos mesmos termos, mas uma e outra seguem/continuam pensando em triunfar sabendo que têm condições para.

«Me está treinando a tope», diz Eva sobre/em relação a Anjos sobre/em relação a este particular dia-a-dia do confinamento. A mãe, cúmplice, usufrui de tê-las perto, embora elas saibam valer-se, sobejamente, de sim mesmas.