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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Desgosto para os desportistas

Luis Parejo (Cáceres), Paula Ginzo (Nissan Al-Qázeres) e Adolfo Gómez (Arroyo) acatam a medida, mas se sentem prejudicados por não poder/conseguir estar apoiados por seus respetivos hobbies

JAVIER ORTIZ CÁCERES
11/03/2020

 

Rostos muito populares do desporto extremenho não têm tomado bem que pelo menos este fim-de-semana tenham que jogar sem público seus partidos. Os basquetebolistas Luis Parejo (Cáceres Património da Humanidade) e Paula Ginzo (Nissan Al-Qázeres) e o {presidnete}-treinador de voleibol/vólei Adolfo Gómez (Extremadura Arroyo) o expressam abertamente.

«É uma medida bastante dura para os desportistas e para os próprios adeptos. O que nos dá adrenalina é o empurrão deles e ainda mais no Multiusos, onde somos capazes de tudo quando estamos rodeados por nossas pessoas. O que joguemos perante o Lleida na sexta-feira vai ser um jogo/partido bastante diferente e estranho», comenta Parejo, cujo clube tem suspendido as atividades sociais que tinha programadas pelo chamado ‘mês da inclusão’. Para esse choque tinha oferecido umas 500 bilhetes que agora prevê que se {reutilicen} para futuros encontros quando já possam ser a porta aberta.

«Temos de respeitar a medida do Governo para evitar o maior/velho número de contágios, mas há muita psicose, muito pânico, com este tema. Veremos que consequências traz tudo isto. O que nos gosta a competição e jogar diante de nosso hobby/adeptos e nos o estão retirando», lamenta Parejo.

Para Ginzo, não poder/conseguir estar apoiadas por seu público no sábado perante o {Ensino} é um prejuízo para seu plantel/elenco. «Em Lugo jogamos contra a equipa e contra um hobby/adeptos muito animadora. A nossa é importante para nós e me deu pena. É um jogador mais», comenta a pívot, que pede às suas companheiras «dar a melhor versão, embora estejamos em silêncio, porque nos treinos estamos a muito bom nível e esperamos que aconteça algo similar neste jogo/partido».

Acesso muito restringido

Habitualmente reivindicativa, a capitã do Al-Qázeres denunciou que «continuar a jogar nos expõe a {nosotras}, mas vamos a tentar esquecer-nos disto porque o jogo/partido é o mais importante, embora a saúde também o é. Iremos a ganhar por nossos adeptos».

Tanto/golo a um como a outro jogo/partido só/sozinho se permitirá o acesso aos pavilhões aos membros dos equipas, bem como aos árbitros, oficiais de mesa e estatísticos, pessoal sanitário necessário, pessoal de comunicação de cada clube, empregados das instalações e o pessoal federativo autonómico correspondente. Em última instância se permitirá o acesso ao pessoal imprescindível para a retransmissão dos encontros, que será o modo no qual os adeptos possam seguir/continuar a suas equipas.

Entretanto, Adolfo Gómez, responsável tanto/golo do aspeto desportivo como do institucional do representante extremenho na Superliga 2 de voleibol/vólei feminino, o Extremadura Arroyo, diz que acatará a medida, «nos vem fatal, nos causa um grande prejuízo».

Também, assegura que «para além de prejuízo económico, que cada clube o deve valorizar, se dá a circunstância que os dois próximos partidos do calendário som em nosso campo/pista, e jogando'ns tudo o que nos jogamos, a verdade é que nos vem fatal, mas teremos que adaptar-nos». Estes dois choques som perante o {Arona} Tenerife Sul (próximo sábado) e o {Covadonga} (dia 21).

«Acredito/acho sinceramente que uma equipa da nossa categoria/escalão, que se desloque em avião junto a 200 pessoas mais, corre o mesmo perigo que jogando num campo com 200 pessoas na bancada», conclui Gómez.

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