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O Conselho Superior de Desportos tomará a decisão sobre/em relação a a volta do público

O Governo dita um Real Decreto no qual se regula em possível regresso já em Julho

 

Florentino Pérez e {Zinedine} Zidane, em {Valdebebas}, onde o Madrid jogará seus partidos. - E. P.

SERGI LÓPEZ-EGEA
10/06/2020

A presença de público nos estádios de futebol no troço final da Liga, nunca antes de Julho, está em mãos de Irene Lozano, presidenta do Conselho Superior de Desportos ({CSD}). Ela será a pessoa que tomará a «última decisão» sobre/em relação a se se abrem as portas dos campos de futebol de Primeira e Segunda Divisão na fase final de {desescalada} na luta contra a pandemia do coronavirus. Assim anunciou o Governo após a reunião do Conselho de Ministros. Mas uma coisa está clara: terá ‘café’ para todos ou para nenhum já que não se contempla em nenhum caso abrir uns estádios e outros não, tal como pretende Javier Tebas, presidente de {LaLiga}.

Deste modo, o Executivo de Pedro Sánchez aprovou um Real Decreto no qual se estabelece as medidas correspondentes à «prevenção» das ligas profissionais tanto/golo de futebol como de basquetebol. E no mesmo ficou estabelecido que será o {CSD} o que diga se pode ter ou não público, uma vez se tenham efetuado as correspondentes consultas com as patronais do futebol ({LaLiga}) e o basquetebol (Liga {ACB}), as comunidades autónomas e o Ministério da Saúde.

RESPOSTA MINISTERIAL / Precisamente o responsável da pasta sanitária, Salvador {Illa}, foi a pessoa que tem anunciado o Real Decreto. «A meu juízo que seja o {CSD} o responsável de tomar esta decisão garante a equidade das competições desportivas», indicou o ministro {Illa}. O Governo, deste modo, saiu ao passo das declarações efetuadas por Tebas no domingo passado, quem se declarou favorável à presença dos adeptos nos estádios de futebol «onde se possa» em função da evolução do processos de {desescalada}.

«Se tem que jogar nas mesmas condições. Será o {CSD} o que tomará uma decisão em relação conforme evolua a pandemia», acrescentou {Illa}. Neste aspeto, o presidente Sánchez já advertiu no domingo que não se podia jogar com público numas cidades e noutras não, como pretende Tebas e sim procurar, por outro lado, uma medida igualitária para todos os clubes à margem de onde se localicem. Esta ideia de Sánchez também foi defendida por José Manuel Rodríguez Uribes, ministro de Cultura e Desporto, quem disse em Onda Zero que não partilhava «a reflexão de Tebas de jogar onde as bancadas se possam abrir ao público porque se quebra o esquema de igualdade».

A abertura das bancadas não chegará até Julho e afetaria às seis últimas jornadas. Um dos principais afetados seria o Real Madrid. O Santiago Bernabéu está em obras, pelo que o conjunto/clube de {Zinedine} Zidane decidiu jogar os encontros no Alfredo di Stéfano de Valdebebas, que tem uma capacidade de 6.000 espectadores, pelo que só/sozinho 1.800 poderiam animar a seu plantel/elenco.