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El Periódico Extremadura | Sábado, 23 de junho de 2018

Ni com 3.000 ‘guerreiros’ de São Jorge

El Príncipe Felipe regista a melhor entrada da época, mas o fôlego da bancada não é suficiente para que o Cacereño siga/continue adiante na fase de promoção. A eliminação se assumiu com silêncio quebrado só/sozinho por algum tímido «fora, fora»

JAIME J. TORBELLINO deportes@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
11/06/2018

 

El ambiente convidava ao otimismo. Não tinha vivido o Príncipe Felipe uma entrada como a de ontem em toda a época. 3.000 guerreiros de São Jorge reuniram-se para empurrar a seu plantel/elenco à remontada, entre eles um especial, o argentino Jorge de Gregorio, adepto do {CPC} desde há 19 anos e que viajou desde seu país para dar ânimo a seu plantel/elenco. Mas não foi suficiente. Não teve remontada e o dragão ganhou a batalha. El {Socuéllamos} segue/continua adiante, o Cacereño chora a derrota.

El sono/sonho do promoção acabou-se. Los golos caíam e o silêncio se {adueñaba} duma bancada que não tinha vontade nem de assobiar aos seus em sinal de protesto. Até esse ponto chegava o desencanto, a desapontamento. Algum «fora, fora» no fim (poucos, quase nenhum); algum insulto ao treinador {Ximo} Mas; algum grito ao camarote presidido por Luis Puebla e ao que acompanhavam ontem Elena Nevado (presidenta da Câmara Municipal de Cáceres), Rosário {Cordero} (presidente da assembleia provincial) ou José Carlos Bote (subdelegado do Governo), entre outros. Mas apenas nada, só/sozinho silêncio, deceção, a deceção de saber que o centenário do clube se viverá em Terceira Divisão. Isso sim, os jogadores verdes foram {ovacionados} enquanto abandonavam o campo chorando, alguns, e pedindo perdão outros.

El Príncipe Felipe se tinha preparado para uma grande festa. Foram aquecendo o ambiente as hobbies numa convivência similar à vivida duas semanas antes perante o {Churra}. Los jogadores se concentraram e foram recebidos à grande. Saltaram ao terreno de jogo acompanhados pelos prebenjamins do clube. El argentino Jorge de Gregorio recebeu uma t-shirt de presente (uma com a cruz de São Jorge) e uma grande ovação da bancada, porque seu sentimento pelo clube é de dez. E aí acabou-se tudo. El Cacereño nunca deu sensação de perigo, nunca deu sensação de poder/conseguir remontar ao {Socuéllamos}. El fôlego desde a bancada também não chegou. Ninguém o via claro. El medo à eliminação reinava no ambiente.

No fim, fica uma certeza, o Cacereño repetirá em Terceira Divisão. E a partir de aí, muitas incógnitas.

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