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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 3 de abril de 2020

Chute de adrenalina para Campillo

O cacerenho encara com maior/velho confiança o resto da época após sua vitória no {Qatar} Mestrado

JAIME J. TORBELLINO
10/03/2020

 

A primeira vitória de Jorge Campillo no Circuito Europeu se fez esperar uma década. Lhe custou 229 tentativas. A segunda chegou este domingo só/sozinho dez meses depois. Foi no {Commercial} {Bank} {Qatar} Mestrado. «A primeira foi mais emocionante, mas nesta houve mais alegria», resume o golfista cacerenho a este diário/jornal desde/a partir de Madrid, poucas horas depois de/após aterrar em Espanha, onde descansará uns dias antes de encarar seu próximo torneio... se o coronavirus não o impede. A seguinte paragem/desempregada/parada do Circuito Europeu de golfe é o {Hero} Índia {Open}, «ainda um pouco/bocado no ar», diz o extremenho. Se finalmente não se disputa, Campillo não voltará a competir/rivalizar/disputar até finais de Abril no Andaluzia Mestrados, já que sim se têm suspendido outros encontros em Coreia do Sul, China e Malásia.

Se o torneio indiano acaba-se disputando (as datas som de 19 a 22 de Março), teria mesmo opções de conseguir o nota/bilhete para o Mestrados de {Augusta}, um dos {major} nos que ainda não esteve (o outro é o {US} {Open}), embora para isso teria que repetir vitória como em {Qatar}.

Assegura Jorge Campillo que tem usufruído mais esta vitória em {Qatar} que a que conseguiu em finais de Abril do ano passado em Marrocos. O fez apesar de um tenso desempate de cinco covas com o dinamarquês David Drysdale. «Ganhar assim», confessa, «dá mais confiança, mais adrenalina. Ganhar desta maneira quando parecia que tinha atirado o torneio, é melhor. O {playoff} o joguei à perfeição».

Esta segunda vitória em menos de um ano no Circuito Europeu é um conquista de enorme valor para Jorge Campillo, pois nesse tempo só/sozinho outros três jogadores conseguiram mais de um triunfo no {European} Tour. Um deles é o número um espanhol desde há vários anos, o basco {Jon} {Rahm}, com três triunfos.

SALTO NOS RANKINGS / O início da época não estava sendo o melhor para Jorge Campillo. Este inverno, por razões pessoais, não tem podido treinar tudo o que quisesse e o tem pago nos primeiros torneios que tem disputado. Em três deles, Dubai, {Arabia} Saudita e {Omán} não passou o corte. Em {Abu} {Dabi} e México ficou muito longe de os postos de cabeça.

¿Estava nervoso? «Não», diz rotundo. «Foi um período de adaptação, ao material, ao {caddie} [Jesús Legarrea, que substitui a {Borja} Martín-Simo]. Vamos aos poucos trabalhando e adaptando'ns, já estou jogando um pouco melhor. Além disso, só/sozinho levava quatro ou cinco torneios, lhe fica muito à época».

A vitória em {Qatar} permitiu ao golpista cacerenho dar um salto tanto/golo na classificação da {Race} {to} Dubai (do Circuito Europeu) como no ranking mundial. Na primeira se tem situado no posto 14, sendo o segundo espanhol só/sozinho por detrás de Pablo Larrazábal (décimo). Na semana passada era o 105. A época passada, a melhor de seu historial, terminou no vigésimo posto.

Na segunda, o ranking mundial, passou da posição 125 à 84 de agora, voltando ao top 100 mundial, com o que praticamente se assegura um nota/bilhete par a o {PGA} {Championship}, segundo {major} da época, que se disputa no mês de Maio.

Fazê-lo bem num dos torneios maiores/ancianidade continua a ser a cadeira pendente do extremenho. Já tem disputado quatro entre 2018 e 2019, duas vezes o {PGA} {Championship} e outras duas o The {Open} (Aberto Britânico). Em nenhum dos casos conseguiu superar o corte. Sua melhor classificação foi o posto 93 na sua primeira presença em ao grande torneio britânico.

Reconhece que um dos seus objetivos para esta época, conseguida já uma vitória, é fazê-lo bem num destes torneios, competir/rivalizar/disputar até ao quarto dia. «Vamos ver se neste ano sou capaz de fazer um bom papel nos grandes, que até agora me tem costado», confessa Campillo com seu acalma habitual.

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