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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

A chama olímpica já marcha até tóquio entre dúvidas


13/03/2020

 

Olimpia q A chama olímpica se acendeu nas ruínas de Olimpia, na tradicional cerimónia que entrega a archote ao primeiro portador, que inicia o percurso/percorrido por terras gregas até seu entrega ao país anfitrião, Japão. Foi um ato marcado pela precaução perante o avanço do coronavirus, que põe em dúvida mesmo os Jogos.

Entre as autoridades que estiveram presentes, figuram o saliente presidente da Grécia, {Prokopis} {Pavlópulos}, quem amanhã deixa o cargo, e o presidente do Comité Olímpico Internacional ({COI}), o alemão Thomas Bach.

O representante especial da delegação japonesa, {Toshiaki} {Endo}, agradeceu ao Governo grego as medidas de segurança previstas para poder/conseguir celebrar o ato e fez referência à chama olímpica e ao percurso/percorrido que segue/continua como “um símbolo de paz”.

O emissário nipónico também fez referência à luta contra as alterações climáticas, já que os Jogos de Tóquio serão “os primeiros em cumprir com os objetivos de desenvolvimento sustentável de Nações Unidas”. Segundo {Endo}, no percurso/percorrido e no aceso do {pebetero} se utilizará “hidrogénio produzido em fábricas da prefeitura de Fukushima”.

Thomas Bach, presidente do {COI}, elogiou no seu discurso o acordo/compromisso mostrado pelo país anfitrião e disse que “Japão tem demonstrado sua criatividade quanto a sustentabilidade, tecnologia e crescimento”.

Na sua intervenção o presidente do Comité Olímpico Grego ({HOC}, por suas siglas em inglês), {Spyros} {Capralos}, destacou que pela primeira vez na história a primeira portadora foi uma mulher, a atiradora {Anna} {Korakaki}, o que, disse, constitui um “símbolo pela igualdade de género”.

Logo a seguir, se procedeu ao aceso do fogo olímpico, que como marca a tradição, se fez com raios terrenos após a prece, recitada pela atriz {Xanthi} {Yeoryíu}, em seu papel de Grande Sacerdotisa de Olimpia.

Dirigindo-se a {Apolo}, a sacerdotisa exclamou “Deus do sol e do ideal da luz, envia teus raios e acende a chama sagrada para a cidade hospitaleira de Tóquio”.

Após uma dança musicada pelo {arpa} do compositor {Yannis} {Psimadas}, {Yeoryíu} entregou a archote à primeira portadora, a atiradora olímpica helénica {Anna} {Korakaki}.

{Korakaki} levou a chama perante o monumento a Pierre de Coubertin, fundador dos Jogos Olímpicos modernos, e depois passou a testemunha à seguinte portadora, a maratonista nipónica {Mizuki} {Noguchi}.

Com esse gesto se inicia o périplo -que durará uma semana- por toda Grécia, que passará por vários sítios arqueológicos, como {Cnosos}, {Micenas} ou a mesma {Acrópolis} em Atenas e finalizará no Estádio {Panatinaico}, sede dos Jogos Olímpicos de Atenas de 1896.

Nesse lugar histórico, a archote será entregue à delegação japonesa para continuar o substituição no país anfitrião.

Uma vez situada em Japão, percorrerá milhares de quilómetros e abrangerá todas as prefeituras do país, passando por mais de 850 municípios.

Para o Governo do país asiático, estes Jogos simbolizam a reconstrução das zonas mais castigadas pela catástrofe natural de Fukushima, na qual morreram mais de 18.000 pessoas.

Mesmo o design da archote destes Jogos faz honra à recuperação da região após aquele fatídico dia, já que está fabricado com materiais reciclados das instalações que se habilitaram para os afetados.

Será em Fukushima onde tenha lugar o evento inaugural dos Jogos Olímpicos, com um jogo/partido de {sóftbol} entre as seleções de Japão e Austrália que se disputará o dia 22 de Julho.

O presidente do Comité Olímpico Japonês, {Yoshiro} {Mori}, qualificou de “inconcebível” o cancelamento dos Jogos, apesar de que a propagação do vírus tenha impedido a celebração de vários torneios classificadores.

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