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Carlos Sainz dá o grande salto de sua corrida/curso e vestirá de ‘vermelho Ferrari’

Os italianos acreditam em Sainz e {Leclerc}, jovens de talento, equilibrados e com salários assuntíveis. A equipa mais popular e poderoso da F-1 escolhe ao piloto madrileno para substituir a Sebastian Vettel

 

Carlos Sainz, ainda piloto de McLaren, em Março, no circuito de Melbourne. - REUTERS

MIGUEL MARTÍNEZ
15/05/2020

Apenas terá despedimentos na longo/comprido ordenado de engenheiros, mecânicos e empregados de Maranello que se dedicam ao {motorsport}. Ferrari aposta em diversificar a sua proposta desportiva com novos programas, se calhar em Resistência ou a {Indy}, para dar saída a seu potencial treinador e humano que já não cabe na F-1 que vem. As equipas ingressarão muito menos dinheiro esta época pela crise sanitária. Mas Ferrari continuará a ser grande, um favorito ao título, a equipa mais popular, mediático e querido do planeta.

Essa é a Ferrari na qual Carlos Sainz ingressará o próximo mês de Janeiro, com dois anos --e um mais opcional-- de contrato e todas as ilusões para colecionar pódios, ganhar corridas/cursos e aspirar a ser campeonato do mundo.

Salvo a {dupla} {Jackie} {Ickx}-{Chris} {Amon} de 1968 promediando menos de 24 anos, a de 2021 será a casal/par mais jovem na história moderna de Ferrari na Fórmula 1, apenas uns meses maior/velho, mas com muitas mais corridas/cursos e experiência.

Charles Leclerc, de 21 anos, foi capaz de atender ao tetracampeão do mundo Sebastian Vettel num só/sozinho ano. Abusou do alemão e abriu os olhos dos chefe: tinham estado pagando 35 milhões de euros a cada ano a um piloto por seus títulos, não por seu rendimento, tinham desperdiçado um carro/automóvel vencedor no 2017 e 2018 em mãos de um condutor sem a velocidade que se lhe pressupunha.

«Nunca mais», pensou Sergio Marchionne, nessa altura chefe máximo de Ferrari. {Kimi} {Raikkonen} e Sebastian Vettel se levavam mais de 50 milhões de euros. E o pior: não estavam à altura. Antes de falecer em 2018 retirou-se de em cima ao {finés} e contratou a Leclerc, iniciando un roteiro que tem culminado com a não renovação de Vettel e a chegada de Sainz.

SEM LUTA DE EGOS / Entre o madrileno e Leclerc apenas passarão dos 15 milhões a cada ano -sem contar {bonus} por resultados- ou o que é o mesmo, menos de um terço dos que recebiam a {dupla} anterior. Uns seis milhões serão para o piloto espanhol.

Nem Leclerc nem Sainz som campeões do mundo de F-1, é certo, mas cabe {recordar} que o último título de Ferrari, o de 2007, chegou com uma {alineación} sem títulos mundiais em suas vitrinas. Leclerc (22 anos) e Sainz (25) sim têm seu palmarés repleto de triunfos em {karting}, Formula 3, Fórmula Renault, {World} Séries, {GP3}, {F-2}…. Som campeões em potencia, e provavelmente atravessam o momento culminante de suas corridas/cursos apesar de sua juventude. E no modo de ver as coisas de Ferrari, formam um casal que saberá convivir afastada das lutas de egos que tanto/golo dano fizeram a muitas equipas, incluído Ferrari.

«Com cinco épocas já detrás de ele, Carlos tem demonstrado ter muito talento e que tem a capacidade técnica e os {atributos} corretos para adaptar-se perfeitamente a nossa família», diz {Mattía} {Binotto}, o chefe de plantel/elenco, na nota de boas-vindas/bem-vinda com a que Ferrari fez oficial a contratação. Se refere o italiano à capacidade de Sainz para lidar com companheiros/colegas como {Max} {Verstappen} ou Nico Hulkneberg, sem vozes altissonantes, sabendo que a pista quase sempre te dá oportunidades de demonstrar teu velocidade e que, acima de tudo, está a equipa.

O SONO/SONHO DE RENAULT / {Binotto} também esboça os novos critérios de eficiência e austeridade que aguardam a Ferrari e à F-1. «Nos temos embarcado num novo ciclo com o objetivo de voltar à cume na Fórmula 1. Será um longa viagem, não sem suas dificuldades, especialmente dada a atual situação financeira e {regulatoria}, que está experimentando uma mudança repentino e requererá que este desafio se aborde duma maneira diferente ao passado recente».

Jovens, rápidos, consistentes, bons jovens e… baratos. «Acreditamos que um casal de pilotos que combine o talento e a personalidade de Charles e Carlos, a mais jovem nos últimos 50 anos da {Scuderia}, será a melhor combinação possível para ajudar-nos a alcançar os objetivos».

Enquanto, McLaren fez oficial a contratação de Daniel Ricciardo para ocupar a vacante de Sainz, enquanto Renault sonha já com o regresso Fernando Alonso para suprirle.