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Carlos Sainz conserva dez minutos de vantagem e afaga seu terceiro título

Ao piloto de {Mini} lhe basta com ser conservador durante a etapa de hoy

 

Sainz se refresca após a etapa. - EFE

MIGUEL MARTÍNEZ
17/01/2020

Começou a preparar esta vitória enquanto evoluía o {Mini} na edição de 2019 em {Suramérica}. E aqui, no estreia da corrida/curso em {Arabia}, Carlos Sainz deu uma lição de velocidade, consistência, experiência e serenidade para plantar-se na última etapa com todos os pronunciamentos para embolsar-se sua terceira coroa aos 57 anos. Ontem abria corrida/curso na segunda etapa maratona, mas só/sozinho perdeu sete minutos para ser terceiro antes dois feras: {Nasser} Ao-{Attiyah} ({Toyota}) e {Stépahen} {Perterhansel} ({Mini}). Hoy arrancará com a vantagem de sair por detrás deles e com um colchão de sete minutos.

Caminhos de terra, pedras, mesmo asfalto separam a Sainz de seu terceiro {Dakar}, uma última etapa reduzida dos iniciais 374 quilómetros a 166 porque a construção de um novo gasoduto -aqui em {Arabia} devem construí-lo como quem instala uns bancos num parque- tem jogo/partido pelo meio o livro de rota desenhado faz uns meses. «Um picada/pontada, um erro de navegação...», {masculla} Sainz quando alguém lhe felicita antes de tempo. Ninguém melhor que ele sabe o que é perder um título nos últimos metros do último troço cronometrado; ninguém melhor que quem tem coberto 13 edições do ‘raid’ mais duro do mundo para saber que fazer agora: «As cãs servem de algo».

Ontem fez o que devia, minimizar os danos de abrir pista como vencedor da etapa anterior. Por isso, simplesmente, marcou ao resto do ‘{big} {three}’ ao {Toyota} de Ao-{Attiyah}, e ao seu companheiro em {Mini}, {Peterhansel}. Três minutos no primeiro ponto de passagem, quatro no segundo, 6,14 no terceiro, 6,53 no quarto, 7,09 no quinto, 7,10 no sexto, 8,03 na objetivo/meta…

Tudo foi segundo o guião estabelecido para sair hoy detrás de eles, com 10 minutos de colchão. Só/sozinho tem que seguir/continuar-los, nada mais, embora se confundam de rota. Com que lhes siga/continue, terá ganho seu terceiro {Dakar} frente a dois monstros com aqueles que partilha um férreo domínio da prova. Fora de eles ninguém tem ganho desde/a partir de o 2010. Só/sozinho {Ari} {Vatanen} tem mais etapas (50) que eles.

A de hoy será a última oportunidade de vitória para Fernando Alonso, que ontem assinou um sexto após uma fenomenal remontada arrancando no posto 113. Adiantou a mais de 100 carros/automóveis «um pouco/bocado em modo Lhe {Mans}».

E em motas, o ataque de Pablo Quintanilla ({Husqvarna}) chegou tarde. O chileno se adjudicou o triunfo na penúltima etapa, mas a distância com o líder {Ricky} {Brabec} (Honda) ainda é de 13:56 minutos, um colchão que o americano pode administrar perfeitamente o último dia. {Brabec} saía justo detrás do vencedor do dia anterior Joan Barreda (Honda), e isso é muita desvantagem para ambos, que acabaram a mais de 11 minutos de Quintanilla. Barreda perdeu a terceira praça/vaga na geral em favor de {Toby} {Price} ({KTM}).