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Carlos López, a ilusão/motivação da mala lista

O {sanvicenteño}, de 23 anos, acumula 12 clubes diferentes e três promoções numa corrida/curso de recorde

 

Nova ilusão/motivação 8 Carlos López, ontem em seu domicílio em {Puertollano}. - CEDIDA

JOSÉ MARÍA ORTIZ
04/02/2020

Três promoções à Segunda Divisão B. Desde pequeno, 12 clubes diferentes. Só/sozinho 23 anos. De San Vicente de Alcántara. O caso de Carlos López Soriano, médio extremenho do {Puertollano}, da Terceira manchega, não tem comparação por diferentes razões. «Adoraria, sim», diz quando se lhe apresenta se gostaria de estabilizar-se num plantel/elenco concreto, no que seria uma nova experiência em seu {kilométrica} corrida/curso. «Por umas razões ou outras, não tenho podido repetir em nenhum, e também não depois de/após subir. Já se sabe: sempre me disseram o de que se sou jovem e tudo isso», comenta com desenvoltura, esse que lhe deu o {peculiar} mundo do futebolista profissional.

Sendo {alevín}, lhe chamou o Flecha Negra, único clube no qual esteve mais duma época, embora fora um menino. Depois, o Badajoz e o nessa altura novo clube de pedreira/formação, o Benfica, onde teve a um «grande treinador, David Cortés». E daí ao Diocesano juvenil, onde destacou junto a seu primo, David López, agora triunfando no Coria. Após uma espetacular época no Arroyo, foi contratado pelo Zaragoza para sua filial. «{Firmé} por dois anos, {subimos} e se me deu muito bem essa época, mas chegaram uns novos investidores e nos tivemos que ir», conta este jogador, tecnicamente muito bem dotado, ao passo que trabalhador como poucos. ¿Teve um antes e um depois de/após aquilo? Pode que sim.

No Cacereño

Chegou ao Cacereño há três anos com a mala carregada de ilusão/motivação. «Começou tudo muito bem, mas vi que cada vez estava mais tempo fora, mesmo na bancada, e lembrança que apenas um par de dias de ir-me depois {encontré} plantel/elenco e me fui no mercado de inverno ao Unionistas de Salamanca». Aí também terminou subindo a Segunda B, com protagonismo junto ao também extremenho Cristo, o ‘{récordman}’ regional nessa matéria, com sete ascendências. «Aí as pessoas me queria muito», comenta, mas apesar de isso também viu-se obrigado a ir-se embora no fim de época.

Após o {Somozas} galego, chegou outra promoção a época passada com o {levantino} A {Nucía}, no grupo VI, mas também não teve renovação. «Neste ano estou mais perto de minha casa, a só/sozinho 400 quilómetros». Sua namorada estuda em Cáceres, que frequenta após uma viagem com um veículo «que já tenho pago», diz a modo de curiosidade. E isso é porque, acrescenta, «me {cuido} muito e me dá bem para viver», salienta, «embora não com a {sobradez} dos grandes, claro». «Neste ano o estou jogando praticamente tudo. Estamos a dois pontos do quarto posto». ¿Outra promoção a Segunda B? Quem sabe. Carlos López, que tem estudado para treinador em Badajoz e Cáceres, está preparado para tudo.

«Toda a gente sonha». O diz o futebolista {sanvicenteño}. Sim. Ele sonha, desde/a partir de a humildade, em dar o salto ao mais alto. E nada lhe vai a surpreender.