+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

O capitão quer subir no verde

Ángel Pajuelo, a voz mais respeitada no balneário do Villanovense, estima que o promoção a Segunda Divisão B tem que decidir-se no terreno de jogo, mas adverte que «temos de exigir uns protocolos» para que os futebolistas estejam seguros

 

Desejando voltar a jogar 8 Pajuelo, feliz num jogo/partido no Municipal Villanovense. - C. PINHEIRO

CARLOS PINO deportes@extremadura.elperiodico.com VILLANUEVA DE LA SERENA
21/05/2020

Vão passando os dias e as equipas vêem mais próximo o desenlace da época com muitas incógnitas por resolver.Algumas delas, ou muitas, se poderiam esclarecer hoy na reunião que os clubes de {playoff} têm com a Federação Extremenha de Futebol em Mérida. É o caso do Villanovense; seus jogadores aceleram na medida do possível seu regresso a um bom estado físico à espera de saber quando vão a pisar o relva outra vez, que é em onde se quer ganhar o promoção a Segunda B: «Desde/a partir de o início o quisemos ganhar no campo, mas temos de exigir uns protocolos», assegura seu capitão, Ángel Pajuelo.

O médio {serón}, tal como seus companheiros/colegas de plantel/elenco, tem seguido/continuado trabalhando o físico estes meses ainda sem saber se no fim vão a jogar. Neste sentido adverte de que se quer voltar mas com garantias, mais mesmo que para os profissionais de Primeira e Segunda: «Nós deveríamos cumprir com mais protocolos que os de Primeira Divisão. Muitos no Villanovense trabalhamos/trabalhámos e nos {relacionamos} com mais pessoas que os futebolistas profissionais», recorda. Acredita que embora passem teste a maioria dos jogadores de Terceira não se podem isolar em casa como Sergio Ramos ou Piqué: «É muito complicado porque nós depois de/após jogar vamos a trabalhar e a ter relação com nossos companheiros/colegas de estreitamente».

Outra questão será a volta ao entre'ns e o tempo necessário para competir/rivalizar/disputar. Neste sentido vê injusto que a alguns jogadores de seu rival por ascender sim estejam treinando já sobre/em relação a o campo e eles ainda não. Acredita que se necessita muito tempo para recuperar a forma. «Não é o mesmo. Estamos parando mais tempo que um verão normal/simples. Necessitaremos um mês longo/comprido para preparar-nos».

Sem desculpas

Mas apesar disso não quer desculpas e deseja que tudo se pode resolver sobre/em relação a o campo seja o formato que seja. «Todos nos o queremos jogar no verde, que é onde mais justo é».

Sobre/em relação a a maneira prevista de resolverlo acredita que toda decisão tivesse sido criticada porque é muito difícil fazer justiça com todos: «Não há nada que seja justo. A mim me parecerá algo mais justo que o cancelá-lo, mas é muito difícil uma situação justa perante esta situação».

Se se examinasse com lupa cada lar espanhol nesta quarentena teria milhares de histórias, de todas os cores. Cada família recordará este confinamento por muitas coisas, mas em casa do capitão do Villanovense estes dias foram nos que chegou ao mundo o seu segundo filho, Gonzalo, um {serón} mais desde/a partir de o dia que nasceu e com documentação para demonstrá-lo: «Naturalmente, nada mais nascer {Mónica} me mandou o cartão de sócio, por isso o Villanovense tem outro seguidor mais».

Um trato delicioso

O facto/feito de que nada mais nascer seu filho já tivesse seu cartão para Pajuelo é uma prova da preocupação e o bom trato que o clube tem tido tanto/golo com ele como com os restantes companheiros durante estes dois meses. Recorda que não todas as equipas têm tido um trato tão profissional e que em muitos lugares não se recebe enquanto eles estão ao dia: «Temos de reconhecer e agradecer o estreitamente que fez o Villanovense. Nós estamos recebendo nossos ordenados religiosamente, mas também temos de destacar a proximidade até os jogadores, porque aqui há pessoas que estão sem suas famílias e o clube sempre esteve próximo», aponta Pajuelo.

Por enquanto o capitão {villanovense} se exercita no espaço de sua casa reservado para isso, baixo/sob/debaixo de dezenas de t-shirts de muitos rivais e companheiros/colegas, história em tela de grandes tempos que espera que voltem cedo. Mas cedo poderá voltar ao verde.