Menú

El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de septembro de 2019

Cáceres, muito inferior baixo/sob/debaixo de os aros

O {Carramimbre} Valladolid fundamenta sua comodíssima vitória num esmagador segundo quarto

S. E.
11/09/2019

 

Segundo jogo/partido de pré-época e segunda derrota para o Cáceres Património da Humanidade, esta vez perante uma equipa de sua categoria/escalão, o {Carramimbre} Valladolid (91-74). O choque, disputado na localidade {pucelana} de {Boecillo}, se decidiu no segundo quarto devido à enorme superiodidade baixo/sob/debaixo de os aros do conjunto/clube castelhano. Para melhorar nesse aspeto deverá esperar o conjunto/clube de Roberto Blanco ao norte-americano {Arkeem} Joseph, ao que se espera nesta semana. Também não jogou ontem {Ferrán} Ventura, com um problema musculada.

O jogo/partido começou muito igualado, com as duas equipas jogando com muita alegria a nível ofendido. Blanco alinhou de início a seu teórico base titular, Ricardo Úriz, acompanhado de {Niko} {Rakocevic}, Milão {Nikolic}, {Kosta} {Jankovic} e {Jordy} {Kuiper}.

Nesses primeiros {compases} o Cáceres chegou a ter alguma mínima vantagem (7-8, {min}. 5), fazendo circular constantemente a bola na busca do tripla.

Com as primeiras rotações, o {Carramimbre} Valladolid pegou uma iniciativa que já não perderia e começou a dominar o ressalto de forma avassaladora. O 25-20 de final do primeiro quarto seria um ‘mau menor’ para o que estava por chegar.

É que a posta em cena extremenha no segundo foi péssima, com um parcial de 9-0 que começou a assustar realmente. O anfitrião começou a sentir-se muito a gosto, já que sua defesa começou a fazer-se intransponível para o Cáceres enquanto no ataque podia atirar e atirar com comodidade, já que dispunha de segundas e terceiras opções.

Jorge Bilbao, o ‘5’ do Cáceres nesses minutos, se viu impotente e demasiado só/sozinho perante as constantes acometidas dos pívots rivais. E o regresso a pista de {Kuiper} não solucionou grande coisa.

A diferença foi crescendo enquanto os verde-negros apenas conseguiam encontrar o aro rival mais que nalgum tripla isolada, como o conseguido por {Rakocevic}, e desde a linha de tiros/lançamentos livres. O vazio se elevou até os 23 pontos (51-28, {min}. 18), o que variou pouco/bocado até ao descanso/intervalo (54-32) para desesperança visitante. O 22-12 em ressaltos a essas alturas também era suficientemente expressivo.

SEGUNDA PARTE / Somente uma soberana reação dos cacerenhos à saída do balneário podia dar-lhe a volta à seleção, mas não se produziu. Mais bem foi o {Carrabimbre} Valladolid o que por momentos esteve perto de alcançar os 30 pontos de vantagem, mantendo o controlo dos tabuleiros e fazendo a vida impossível a seu oponente em defesa.

O Cáceres por fim pareceu sentir-se algo cómodo no fim do terceiro quarto... sem que isso supusesse uma melhoria significativa do marcador (74-53).

Também sobraram os últimos dez minutos para todos os efeitos. O {Carrabimbre} conseguiu sua máxima vantagem no minuto 34 (85-57), embora pelo menos o Cáceres protagonizou uma boa reta final e {adecentó} o marcador. Na sexta-feira, visita do Oporto.

VALLADOLID 91

CÁCERES 74

3Marcador por quartos: 25-20, 54-32 (descanso/intervalo), 74-53 e 91-74 (final).

3Árbitros: Mendoza, {Carpallo} e {Esteve}.

3Pabellón: Municipal de {Boecillo}.

3Espectadores: 500.

3Carramimbre Valladolid: {Toms} {Leimanis} (5), {Seydou} {Aboubacar} (9), Juan Rubio (8), Sergio de la Fuente (18), {Frank} {Bartley} (13) -cinco inicial- {Kimbal} {MacKenzie} (3), {Mike} Torres (10), David Fernández (0), {Niksha} Federico (15), {Tom} {Granado} (6), {Jubril} {Adekoya} (4).

3Cáceres Património da Humanidade: Ricardo Úriz (13), {Nikola} {Rakocevic} (11), Milão {Nikolic} (9), {Kosta} {Jankovic} (2), {Jordy} {Kuiper} (11) -cinco inicial- Aitor Zubizarreta (8), {Sylvester} {Berg} (3), Luis Parejo (13), Juan Santos (0), Jorge Bilbao (4).

As notícias mais...