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El Periódico Extremadura | Sábado, 18 de agosto de 2018

O Cacereño e suas verdades

JOSÉ MARÍA ORTIZ Periodista
12/06/2018

 

Durante esta segunda-feira não tenho desempregado/parado de receber/acolher chamadas e mensagens nas redes perguntando'm pelo futuro do Cacereño. Ainda quente o cadáver do frustrado projeto 2017-2018, me {atrevo} a apontar seguidamente uma série de reflexões, misturadas com informação que tenho ido acumulando durante a época.

Em primeiro lugar, desde o princípio, o novo projeto me gerou dúvidas. Chegou Álvaro López como um verdadeiro ciclone, anunciando uma sorte de promessas de fundo calado. Desde as obras no estádio até diferentes {fastos} para celebrar o centenário do clube, passando pelas novos escritórios. Algo se fez de tudo isso, mas não o suficiente como para {enganchar} ao adepto e convencerle de que tudo poderia ir bem. Dúvidas, dúvidas e mais dúvidas. Promessas que, dizem, se irão cumprindo nos próximos meses-lustros. Veremos.

No desportivo, às primeiras de mudança, se decidiu cessar a José María Rebollo, sendo segundo a um só/sozinho ponto do primeiro. Lhe aconteceu Luis Américo Scatolaro, fulminado depois por problemas burocráticos do argentino-mexicano, mas também por outras questões paralelas. O que figurava como treinador, {Ximo} Mas, pegou o comando. Fracassou em sua tentativa de ser campeonato após falhar nos partidos de Aceuchal ou em casa perante o Santa {Amalia}, o lanterna vermelha. Na fase de promoção, falta de golo e muito pouco/bocado medida certa tático, com resultados na mão.

No global, este primeiro ano de Álvaro López se tem desenvolvido baixo/sob/debaixo de a sombra da suspeita. Se fez o transferência/trespasse/passagem de poderes com Antonio Martínez Doblas, mas o empresário de Zafra segue/continua figurando oficialmente como o proprietário, embora se insista em que a operação já se fez. No notário estiveram, mas acredito/acho que até que não tenha uma mudança efetivo e impressionante (se é que o há definitivamente) o projeto não terá toda a credibilidade necessária.

¿A pedreira/formação? Já veremos como termina tudo. Luis Puebla, mão direita de López (por certo, este não apareceu no domingo) e o próprio Rebollo e seus colaboradores auguram problemas. Entre médias, há uma guerra de guerrilhas na qual a Fundação do Cacereño está no {disparadero}. Me contam barbaridades que seria muito longo/comprido e prolixo detalhar agora. Tudo se andará, mas não pinta bem.

¿Soluções? Sobretudo transparência. Agora os árvores não nos deixam ver o floresta.

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