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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 25 de junho de 2018

Cacereño, outro ano no inferno

O {Socuéllamos}, muito superior na segunda parte, ridiculariza aos verdes numa tarde para o escárnio

JOSÉ MARÍA ORTIZ
11/06/2018

 

El pior final possibilismo dissipou as esperanças do Cacereño numa tarde para o esqueço e para essa história desgraçada do decano do futebol extremenho. El {sonrojante} 0-4 contra e a eliminação perante o {Socuéllamos} supõem um escárnio {mayúsculo} em plenário/pleno coraçãozito do sentimento verde, submetido a vicissitude incontroláveis, mas quase sempre negativos. As terríveis imagens dos adeptos abandonando o Príncipe Felipe no minuto 60, com o jogo/partido liquidado para os visitantes, passarão ao imaginário geral de um clube ao que desde que faz um par de anos lhe abandonou a sorte em {Linares} e não levantou cabeça ainda.

Com erros tão monumentais como a própria cidade desde Natal, começando pelo cesse do corpo treinador encabeçado por José María Rebollo, o {CPC} tem terminado por fracassar em sua tentativa de promoção, asfixiado por sua impotência, que não aptidão. ¿Como pode uma equipa jogar tão mau com futebolistas tão sobrados para a Terceira como Quadros/Marcos Torres, {Fran} {Viñuela}, Luismi, Alex García ou {Kevin}? E isso que seu treinador, {Ximo} Mas, ontem mudou o desenho e pôs em {liza} um onze de um perfil mais ofendido e de pessoas de qualidade. Mas ao longo do ano esta plantel/quadro de talento foi miserablemente esbanjada. Os resultados estão à vista: cada fim-de-semana tem ido a pior, com jogo reles, com dificuldade extrema para anotar golos e dúvidas mil em seu ¿sistema?.

El mau já estava facto/feito. Estava tirado do manual do perfeito perdedor. El Cacereño teve na sua mão ser campeonato, mas na reta final empatou na sua casa perante o lanterna vermelha Santa {Amalia} e se viu remontado pelo Aceuchal para ceder a posição que, à vista está, dá réditos reais, como o que tem recolhido o Don Benito com o promoção a Segunda B. O de ascender com três eliminatórias pela frente/por diante é uma {entelequia}, somente ao alcance daquele Cacereño de {Tenisca} de Rubén Júri ou David Rocha, presente este ontem no encontro, lamentando o que estava vendo. Como todos.

Não estava Álvaro López, sobre/em relação a o que se {ciernen} agora mais dúvidas. Lógico. El projeto pôs-se em jogo num jogo/partido com equilíbrio no primeiro tempo e com superiodidade absoluta do {Socuéllamos} no segundo. Até {Bernabé}, um {porterazo}, pareceu um futebolista juvenil.

El encontro, em fim, se desenvolveu com enorme respeito nesse primeiro ato, quase sem opções nas balizas. A batalha verdadeiramente ia a deliberar no segundo, mas aí chegou melhor preparado o quadro manchego, que desenvolveu a arte futebolístico do contragolpe à perfeição. E assim um e outro, com golos previstos.

David López ou Juanjo Polo, chorando e pedindo perdão, encenavam o quebrado sentimento verde no fim, algo que se tem visto em muitas ocasiões ao longo/comprido da história, mas que neste 2018 terá que acrescentar-se à lenda negra, infelizmente. El Cacereño re-escreve sua história, seu pior história, antes de chegar a uma cifra mágica. Maus tempos para a lírica, nefastos para o {cacereñismo} mais sentido.

cacerenho 0

{socuéllamos} 4

3Goles: 0-1-Min. 48: {Megías}. 0-2-Min. 54: {Kike} Domínguez. 0-3-Min. 65: {Megías}. 0-4-Min. 76: Alex.

3Árbitro: {Quintero} González (Andaluz). Amarelas ao local {Elías} e aos visitantes {Essomba} e {Vallés}.

3Estadio: Príncipe Felipe.

3Espectadores: 3.500.

3Cacereño: {Bernabé}, Neto, Alberto Delgado, Juanjo Polo, {Keko} ({min}. 58, Javi Navarro), {Elías}, Quadros/Marcos Torres, {Fran} {Viñuela} ({min}. 63, Alex García), Luismi ({min}. 70, {Nacho} Méndez), {Kevin} e David López.

3Socuéllamos: {Company}, Carlos García, {Christian}, Ramón, Canhoto ({min}. 79, Jacinto), {Essomba}, {Kike} Domínguez, Pepe Delgado, Jovem, {Chupi} ({min}. 71, Alex) e {Megías} ({min}. 79, {Vallés}).

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