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{Bundesliga}: Atenção global

À vista do interesse/juro mundial, o futebol se tem transformado num produto de orgulho nacional. A liga alemã provoca máxima expectativa ao ser hoy o primeiro grande torneio em reiniciar-se

 

Os jogadores do {Bayern}, numa sessão de treino em seu estádio. - {GETTY}

ALBERT GUASCH
16/05/2020

Como se fora uma {Super} {Bowl}. Como se {reapareciera} Michael Jordan. Ou como se se disputasse uma final da Champions. O reinício da {Bundesliga} se apresenta como um acontecimento de primeira ordem mundial. Nunca o derby da bacia do {Ruhr} --um Schalke 04 contra o {Borussia} {Dortmund} (15.30 horas, Movistar), jogo/partido que desenrolha o torneio-- terá assumido tanto/golo protagonismo de ponta a ponta do planeta.

É a primeira grande liga, não só/sozinho de futebol, mas de qualquer desporto, em fazer face à pandemia ({obviemos} o que se tenha {peloteado} em Ilhas {Feroe} ou {Bielorrusia}). Os olhos dos dirigentes da NBA, a {NFL}, o campeonato espanhol ou a Premier analisarão com lupa como se desenvolve esta volta aos terrenos de jogo, que será estranha à força, sem público, com um estrito protocolo sanitário e ausente muitos dos rituais ancestrais de um jogo/partido de futebol, como o pousado para a foto prévio.

A {aprensión} perante possíveis contágios foi menor ao medo ao descalabro económico dos clubes. Há 300 milhões de euros em jogo. A moderada taxa de mortalidade na Alemanha (uns 8.000) tem animado às autoridades a facilitar o regresso da {Bundesliga}, convertida de repente num produto de orgulho nacional, {henchido} diante da atenção global.

{Karl}-{Heinz} {Rummenigge}, presidente do conselho diretivo do {Bayern} de {Múnich}, explicitou numa entrevista a Bild Sport o rumo patriótico da reabertura. «Teremos mil milhões de telespetadores. Não será publicidade só/sozinho para nosso futebol, mas também para nossa nação e para nossos políticos, que têm conseguido conter a pandemia. O {made} {in} {Germany} voltará graças ao futebol a ser uma marca de qualidade mundial», celebrou antecipadamente.

Alemanha assume neste sentido a responsabilidade de converter-se em paradigma sobre/em relação a a viabilidade da alta competição desportiva. Um revés na {Bundesliga} resultaria catastrófico para as expectativas de todas as ligas que vislumbram a reiniciação em Junho, caso de Espanha ou Inglaterra. Toni Kroos, o alemão do Madrid, tem sintetizado tudo isto a uma agência alemã. «Aqui todos têm a impressão de que se os alemães não podem jogar sua liga, ninguém poderá continuar».

ESTRITO PROTOCOLO / O mundo do futebol, por enquanto, se tem pagado à tese de que a refrega, o contacto suado, não supõe uma ameaça para a saúde do futebolista. Javier Tebas, presidente de {LaLiga}, o repete como uma ladainha em suas intervenções públicas. A {Bundesliga} não lhe contradiz. Nas 41 páginas de denso protocolo enviado aos clubes não inclui uma só precaução, nenhuma instrução, sobre/em relação a o comportamento no relva do minuto 1 ao 90. Michael Zorc, diretor desportivo do {Dortmund}, esclareceu que «se algum futebolista tem dúvidas ou tem medo {manejaremos} a situação {racionalmente} e o deixaremos em liberdade de não jogar».

As ordens sanitárias se amontoam, por outro lado, para antes e depois de/após cada encontro. Neste futebol sem {gérmenes} e de respeito às distâncias, os visitantes chegarão em mais de um camioneta, sairão ao campo dispersos, não terá cumprimento {fisico} aos rivais nem aos árbitros, os suplentes levarão máscaras, não os treinadores, que se têm deliberado a última hora. Nem sequer os balneários, o espaço privado de {conjura}, se delibera das regras do distanciamento.

Alguns estádios colocarão adeptos de papelão, mas os golos, com bolas desinfetadas, não terão a {explosividad} da celebração coletiva. Ao acabar, as conferências de imprensa serão telemáticas. Obrigada/obrigado, não poderão entrar mais de 300 pessoas num estádio.

A {Bundesliga} aspira com a atenção universal a escalar posições como produto futebolístico e chegar à Premier ou {LaLiga}. Oferecerá aos adeptos de sofá um desenlace renhido nas nove jornadas restantes. O {Bayern}, sem {Coutinho} recém operado, leva só/sozinho quatro pontos de vantagem ao segundo, o {Dortmund}, cinco ao {Leipzig} e seis ao {Moenchengladbach}. Falta ver se se enchem as expectativas.