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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 22 de outubro de 2018

{Brooque}, a {antítesis} de {Alexis}

Satisfação no Nissan Al-Qazeres pela rápida adaptação de sua nova norte-americana

JAVIER ORTIZ
11/01/2018

 

Ya se sabe que as comparações são odiosas, mas há ocasiões nas que resultam inevitáveis. Uma delas é a da substituição no Nissan Al-Qazeres Extremadura com a chegada de {Brooque} {Williams} no posto de seu compatriota {Alexis} {Jones}. Pelo que se está evidenciando estes primeiros dias de sua estadia na cidade e no balneário, uma parece ser a {antítesis} da outra, apesar de coincidir em nacionalidade e posição na pista.

«Não dá nem um problema. E na pista nos vai a dar mais defesa e trabalho em plantel/elenco», repetem uma e outra vez no clube, onde também estão conscientes de que {Williams} também não alcançará os estratosféricos números de {Jones}, que foi à liga israelita como máxima encestadora da máxima competição espanhola.

A própria {Brooque}, de 28 anos, é a primeira que vende suas virtudes como jogadora orientada ao coletivo. «Posso criar situações para que as companheiras anotem, embora também o posso fazer eu mesma», comentou ontem em sua apresentação oficial, na qual involuntariamente também se diferenciou de {Jones}, que no mesmo ato, faz três meses, mostrou-se monosilábica, séria e sonolenta.

Em {Williams} tudo foram sorrisos e boa predisposição. Se a vê contenta. «É que toda a gente me recebeu bem, desde as companheiras aos treinadores e as pessoas do clube. A cidade é agradável, pelo que tenho visto até agora», proclamou.

A chave de tudo temos de procurá-la certamente na experiência duma e outra: enquanto {Jones}, de 23 anos, não conhecia Europa, sua substituta a tem percurso/percorrido já em países como França e Itália. «Pelo que me dizem, {Alexis} era muito {anotadora}, mas eu {vengo} a ser eu mesma. Não é minha referência», declarou.

ADAPTAÇÃO RÁPIDA / «O mais difícil para mim é adaptar-se ao basquetebol, aos sistemas, às outras jogadoras. Não tenho problemas com os sítios em si. Me sinto bem nas cidades novas rapidamente», explicou.

Como mostra de seu profissionalismo está o facto/feito de que tenha estado treinando por sua conta e com a equipa duma universidade em {Pittsburgh} durante estes últimos meses à espera de receber/acolher a chamada de outro plantel/elenco.

Seu estreia do passado sábado perante o Perfumarias Avenida, recém chegada, deixou boas sensações, com 9 pontos em 29 minutos e algumas ações de mérito, apesar de que ainda não conhecia apenas o nome dalgumas de suas companheiras. «Tudo foi muito rápido, mas de todos modos me senti bem porque toda a gente tentou ajudar-me», comentou.

A vitória em Salamanca perante o multicampeão espanhol era pouco/bocado menos que impossível (74-65). «Se tivessemos retirado o primeiro quarto, no qual se calhar saímos com muitos nervos, teria ido tudo muito melhor», lamentou. Também mostrou-se surpreendida pelo nível que tem visto no plantel/elenco. «É realmente muito bom», disse.

No horizonte está a curto prazo o jogo/partido de sábado na pista do {Cadí} A {Seu}, o segundo da segunda volta. Com a norte-americana e {Laura} {Quevedo} mais dentro da dinâmica, o Al-Qazeres sonha com lutar por entrar entre os seis primeiros no fim da liga regular/orientar e poder/conseguir disputar os {playoffs} pela primeira vez em sua história. «Podemos consegui-lo», anotou {Brooque} {Williams}.

TUDO EM POSITIVO / Jesús Sánchez, segundo treinador, foi o designado pelo clube para falar sobre/em relação a a jogadora no ato de apresentação, exercendo também como tradutor. «Nos vai a ajudar a criar situações para anotar e a subir a intensidade defensiva», prognosticou, abrindo também a porta a que, tal como acontecia com {Alexis} {Jones}, compatibilizasse seu posto natural de escolta com o de base porque «tem bom manejo de bola».

O ajudante de Jacinto Carbajal certificou que «se está adaptando muito rápido. Ya deu alguma traço contra o Perfumarias Avenida e esperemos que com o passo das jornadas nos possa ajudar ainda mais». Segundo sua visão, ela e {Jones} «são diferentes», dando por boa a incursão que teve que fazer o clube no mercado «pela situação que era, já que temos podido escolher e fazê-lo a gosto». Também estimou que «fisicamente está muito bem, sem nenhum problema» e que o único que lhe falta é «pegar/apanhar o ritmo de competição».

«Ya é uma mais da equipa. Não tem que passar pelo portagem prévia das {rookies}», considerou Sánchez. Entretanto, em Israel, {Jones} debutou no {Elitzur} {Ramla} com 8 pontos, 8 ressaltos e 10 assistências (e derrota), mas já é passado distante.

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