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El Periódico Extremadura | Sábado, 25 de janeiro de 2020

{Bernabé}, felicidade em verde

O guarda-redes do Cacereño assegura que espera conseguir o promoção em sua terceira época no clube. Assume com motivação superar seus erros, embora afirma que o nova bola «é como um balão»

JOSÉ MARÍA ORTIZ
07/12/2019

 

«Adorei a cidade por muitas coisas, entre outras porque está perto de minha casa». Cumpre sua terceira época no Cacereño o guarda-redes Ángel Bernabé Acosta (11 de Agosto de 1987, Velada, Toledo) sendo feliz pessoal e desportivamente pensando num inexcusável repto/objetivo: «o promoção; este clube tem que aspirar sempre a isso», proclama.

Bernabé o passou mau no domingo perante o Plasencia. O golo do empate, após um erro seu (logo teve triunfo 4-1), {trastocó} qualquer plano nesse momento. «Mais que nada foi por ser no fim da primeira parte. Nunca é desculpa, mas a bola deste ano é como um balão e varia a trajetória quando menos te o esperas e {estás} confiado», assume primeiro e comenta tecnicamente depois.

Mas o objetivo/meta verde está satisfeito por enquanto da equipa e os erros pontuais não lhe afetam. Mais bem lhe fazem crescer no psicológico alguém que tem a o seu pai como referência nesse posto tão especial. Sua trajetória é a de um futebolista de inícios profissionais luxuosos e isso lhe deu borra. «Joguei nas seleções inferiores com pessoas como Piqué», diz. Também fê-lo com jogadores extremenhos como Manolo Parra (Calamonte).

É que o objetivo/meta {militó} em tudo um Atlético de Madrid, sendo terceiro guarda-redes. Além disso, Salamanca, Toledo, {Sanluqueño}... Mas tem visto de tudo, já que há três anos esteve prestes a deixar o futebol após um nefasto ano no {Marbella}. «O passei mau», acrescenta. Bernabé tem renascido para o futebol. «Aqui encontrei a tranquilidade num projeto com estabilidade e me encontro muito bem», diz sobre/em relação a ele E isso o estende e personaliza. «Estão a fazer uma grande lavor/trabalho pelo Cacereño tanto/golo Luis Puebla como Carlos Ordóñez», comenta.

As perspectivas desportivas são as melhores, segundo seu valorização. Para além de sublinhar que acabar como campeões tem que ser neste ano a objetivo/meta inevitável do decano, quando se lhe convida a fazer uma comparativa em relação a outros anos comenta que na época na qual chegou tinha «muito bons jogadores, de muita qualidade, tecnicamente muito bom» e que em este há «duas equipas, se não joga um por pode fazer igual outro e que se calhar seja mais direto na hora de atacar e mais competitivo», enfatiza o {toledano}.

União

A Bernabé não lhe descentram momentos pontuais como seu próprio estado de forma ou da equipa. Tudo, segundo diz ele mesmo, se deve concentrar no estreitamente do dia-a-dia «com o corpo treinador e todos unidos no balneário» e pensar que, realmente, «o balanço se faz a final da época». «Oxalá {consigamos} o objetivo entre todos».

Bernabé não pensa agora na retirada. «Ainda tenho 32 anos», recorda, uma idade muito boa para um guarda-redes. «Também é a de Messi, {jajaja}», diz distendido o de Velada.

Quando lhe chegue a hora diz ter claro que quer seguir/continuar vinculado ao futebol. «Gostaria ser diretor desportivo», proclama. Mas Bernabé tem outra paixão: a pedreira/formação. Está colaborando com diferentes equipas de categorias inferiores do clube verde, em especial com os guarda-redes, que têm nele, evidentemente, uma referência. É que o objetivo/meta tem um carisma especial para algum deles. A todos lhes ajuda e sempre com um sorriso. A sorriso da experiência. A sorriso do futebolista que reconhece seus erros, que trabalha para melhorar e que sempre pensa em positivo.

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