Menú

El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

El bem-sucedido velocímetro César Castro

Una lesão no ombro impediu ao nadador de Plasencia ir aos Jogos de Rio. Com 16 anos tinha a mínima para o 1.500 livre. Após três operações tem apostado em as distâncias curtas para Tóquio. Na sexta-feira roçou a marca exigida para o 200

JAIME J. TORBELLINO
15/03/2020

 

La {metamorfosis} de César Castro já é uma realidade. El de Plasencia, um fundista da piscina ao que a má sorte privou de seus primeiros Jogos em 2016 (tinha conseguido, com só/sozinho 16 anos, a marca para disputar o 1.500 livre em Rio), é agora um velocímetro que acaba de roçar a mínima olímpica na prova de 200 livre. Tóquio, se a crise global pelo coronavirus não o impede, espera ao extremenho este verão. El destino se o deve.

César Castro anunciou a mudança há um ano nas páginas deste diário/jornal. Fê-lo após recuperar-se em Cáceres da terceira operação do ombro que lhe tinha impedido estar em Rio. «Será como converter a {Gebrselassie} em {Usain} {Bolt}», dizia nessa altura, de forma muito gráfica, José Moreno ‘{Perry}’, o fisioterapeuta que ajudou ao nadador extremenho a voltar ao mais alto. «É uma mudança ao oposto», reconhecia o nadador, que na sexta-feira, em Edimburgo, parava o crono em 1.47:45 minutos na prova de 200 livre. Ficava a 43 centésimas da mínima de classificação olímpica estabelecida pela Federação Espanhola (1.47:02) e estabelecia um novo recorde de Espanha. El anterior, 1.47:85, também era seu. Ontem, na prova de 800, foi quarto e hoy concluirá sua participação na capital de Escócia na prova de 100 metros livre.

Especialista nas distâncias de 400, 800 e 1.500 metros («nas que me encontro mais cómodo»), as lesões no ombro levaram a Castro há um ano a mudar seus objetivos face a Tóquio 2020. Fazia já um tempo que não lhe ia mais no 50, 100 e 200 livre, mas eram provas que fazia sempre pensando no 1.500, contava ele mesmo. Agora som suas distâncias, com as que quer ser olímpico.

La forma de treinar tem variado para, como José Moreno anunciava há um ano, encher a César Castro de músculo, que é o que reclama a velocidade. Tem ganho força e o demonstra cada vez que se lança à piscina. Agora quer acabar de superar o muro que lhe separa de Tóquio. Está prestes a consegui-lo, embora agora o caminho se complica, já que o coronavirus tem levada à suspensão dalgumas competições, como o Campeonato de Espanha que se disputava a princípios de Abril. Som só/sozinho alguns obstáculos mais para um César Castro acostumado a superar todos os que se lhe apresentam.

As notícias mais...