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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Bejarano e Poço pedem que se parem as eleições

REDACCIÓN / EFE MÉRIDA
12/03/2020

 

{Sancho} Bejarano e Ventura Poço reclamaram ontem a paralisação das eleições à presidência da Federação Extremenha de Futebol e a intervenção da Administração autonómica para que o processo «seja limpo e democrático», expressaram. Ambos, que aspiram a dirigir a territorial, justificam esta denúncia numa série de irregularidades que dizem ter detetado e que, disseram, se produziram mesmo antes da convocação de eleições. O processo está «viciado» com ânimo de beneficiar a um dos candidatos, afirmaram.

Ambos afirmaram que se produziram irregularidades na captação do voto, no nomeação dos membros da Junta Electoral e no recenseamento de eleitores, entre outras. Bejarano disse que têm impugnado aos membros da Junta Electoral por sua vinculação «muito direta» com o atual presidente da federação e futuro candidato, Pedro Rocha, e os serviços jurídicos desta organização.

SEM OBRIGAÇÃO / Bejarano, paradoxalmente vice-presidente na era Rocha, destacou o incumprimento da obrigatoriedade de publicitar anualmente o recenseamento e os erros que inclui o publicado a princípios deste mês, com eleitores incluídos que não têm que estar e outros com direito que se ficaram fora. E dizem ter visto 600 registos do recenseamento e recorrido 200 deles. Também criticou as «manobras para obstaculizar as reclamações ao recenseamento». Bejarano advertiu também de que, antes de convocar-se eleições, empregados da federação pediram o voto para Rocha usando o modelo oficial que ainda não se tinha publicado.

Ventura Poço, entretanto, assegurou que ou que em «no futebol a democracia não existe» e recordou que nas eleições de 2008 já se a “jogaram” e as irregularidades que teve nas de 2013, que acabaram nos tribunais, embora finalmente não se considerou na Justiça que as tivesse. Também assinalou que no mês de Dezembro pediu uma entrevista à conselheira de Cultura, Turismo e Desportos, Nuria Flores; e ao diretor Geral de Desportos, Dão de {Sande}, mas ainda não lhe têm respondido, e pediu às autoridades autonómicas que não sejam «cúmplices» desta situação.

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