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El Periódico Extremadura | Sábado, 23 de junho de 2018

Bancos a médias

A metade de clubes extremenhos não fez oficial quem será seu treinador para a próxima época. Os ‘{gallitos}’ Mérida, Cacereño ou Plasencia se o pensam. Diego Merino e Antonio Jesús Cobos, regressos sonados

JOSÉ GAGO / JOSÉ MARÍA ORTIZ
12/06/2018

 

Dos 20 clubes que conformam a Terceira Divisão Extremenha, tão somente a metade tem oficializado a contratação ou renovação de seu preparador. Os outros dez conjuntos, por enquanto, estão sem inquilino no banco. O do Mérida ou Cacereño, os mais descontados, ainda estão no ar, como dados mais significativos.

A sintonia do verão tem começado a soar e nenhum treinador quer ficar sem seu posto. O jogo dos bancos tem começado. Após a eliminação do Cacereño e da {UP} Plasencia do {playoff}, a época na Terceira tem concluído para Extremadura. É tal o movimento no mercado, que dos 20 equipas que conformam a categoria/escalão, a metade de clubes ainda não têm inquilino, uma estatística inusual.

Concretamente, Cacereño, Castuera, Coria, Diocesano, Extremadura ‘B’, Xerez, {Llerenense}, Mérida, Montijo e {UPP} ainda não têm oficializado nem a renovação nem a contratação do novo chefe de seus bancos. Os mais descontados, os assentos do Romano e do Príncipe Felipe. Para ambas praças/vagas tem soado com força o nome de Juan Marrero, embora no caso do verde também entra em {liza} Adolfo Muñoz, que voltaria. Mas pode ter mais opções. Para o banco emeritense, {Óscar} Fernández Novillo, ex do juvenil do Adarve, com Jesús Perera de ajudante, é o melhor posicionado, embora o desejado realmente seja Julio Cobos.

José Diego Pastelero deverá decidir entre seguir/continuar à frente da {UPP} ou se calhar uma nova etapa à frente do banco templário do Xerez. Por seu lado, outro banco apetecível é o do Montijo que, após anunciar a marcha de Emilio Blanco, procura um substituto. O nome de Ángel Gutiérrez ‘Anjinho’ não está mau visto no seio do clube de Vegas Bajas. Toca pentear o mercado.

A outra metade de clubes, já têm oficializado a renovação ou contratação dos seus respetivos técnicos. Por enquanto, três equipas optam pela continuidade. O Aceuchal renovou a Francisco Javier Diosdao ‘{Cisqui}’, após acabar undécimo em seu regresso a Terceira. Também, o Valdivia volta a confiar em Ricardo Tapia, após conseguir a manutenção. E o Valdelacalzada, após o promoção, seguirá/continuará às ordens de Juan José Cidoncha.

Já os têm

Por outro lado, o resto de equipas já conta com novo treinador. O Calamonte estará em mãos de Santi Amaro. O {Pueblonuevo} servirá de primeira experiência a José Enrique Pineda. Miguel Ángel Ávila implantará sua metodologia, que tanto/golo êxito lhe tem proporcionado no Diocesano, em Arroyo de la Luz, que lhe tem seduzido. No quadro {colegial} o primeiro candidato é Adolfo Senso, que deixaria o Divisão de Honra juvenil, mas se o pensa estes dias.

Por enquanto, a contratação mais surpreendente nos bancos extremenhos é de Diego Merino pelo Moralo. E além disso por dois anos. O ex do Extremadura, que tem treinado ao {Astorga}, chega para liderar uma plantel/quadro com aparente ambição.

Juan Pedro Sánchez se encarregará do Olivença. José Durán tomará as rédeas do recém ascendido Racing Valverdeño. E Antonio Jesús Cobos volta a Azuaga após seu surpreendente cesse anterior num plantel/elenco com novos reitores na diretiva. A música segue/continua soando e cada vez ficam menos assentos livres. Verão intenso.

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