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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de janeiro de 2020

O Badajoz, a continuar a crescer como candidato/candidata a tudo

Os badajocenses se medem hoje ao Recriativo Granada com {Nafti} apelando à prudência

JOSÉ LUIS VELA
08/12/2019

 

Toca pela terceira vitória consecutiva. O Badajoz recebe ao penúltimo classificado, o Recriativo Granada, este domingo às 17 horas no estádio Novo Viveiro. O treinador {Mehdi} {Nafti} tem as baixas por sanção de {Sergi} {Maestre} e Carlos Portero e por lesão de Julio Gracia, e pelo contrário recupera a {Álex} Corredera após sanção e a {Fobi} após jogar na seleção de {Ghana}.

O filial granadino leva um empate e três derrotas após vencer em casa do Recriativo de Huelva. «O que tenho visto do Granada B é que apesar da situação e resultados que não têm a favor nestes momentos é que é uma equipa que tem personalidade e joga», declara o treinador do Badajoz, {Mehdi} {Nafti}, para acrescentar/adicionar que desconhece se a situação que leva agora mesmo e o facto/feito de enfrentar-se ao Badajoz «lhes fará mudar de projeto. Fizemos muito pouco/bocado finca-pé ao plantel/elenco rival porque o pior inimigo somos nós mesmos. Fazendo as coisas como tocam, teremos muitas opções de ganhar, com muito respeito ao rival. {Miraremos} o que propõem eles mas dando-lhe menor importância».

«Não queremos travar o bom momento que temos», assegura {Nafti}, sublinhando que «vamos a enfrentar-nos a jogadores com muito talento. Vamos a fazer tudo o possível para que esse talento não se veja no domingo aqui». {Nafti} acredita que em casa os momentos onde a sorte te tem que sorrir não o temos tido “mas chegará com o estreitamente que estamos fazendo nas últimas semanas. Estamos em {ubuena} dinâmica”.

O objetivo é somar nove pontos até final de ano. «Sou mais de jogo/partido a jogo/partido mas ficam três de liga antes do paralisação natalícia e lhes disse aos jovens que o temos na mão. Vamos a auto exigir-nos para tirar nove pontos. ¿Porque é que? Porque o que fizemos as duas últimas semanas me faz pensar de maneira muito otimista. Sempre recordando o que fizemos em A Linha do minuto 20 ao 45. Quando se arrastam no campo somos uma equipa muito vulgar mas quando se põem o giro de estreitamente e correm cinco quilómetros mais que o rival e não perdemos nem um duelo individual se nota», diz, ao passo que assinala que contra equipas de zona baixa «a bola não tem entrado».

Perguntado/questionado pelas causas pelas que a equipa sofre mais com rivais da zona baixa, {Nafti} responde que “é porque a bola não tem entrado. Contra o Mérida...contra o Recriativo tivemos situações e mira o golo de Jairo com a anca e os olhos fechados...contra o {Marbella}, o golo de {Álex} é um tiro que se parecia mais a um passe, a bola desviado que entra. Se sofre quando não se ganha mas o conteúdo perante o {Sanluqueño}, o grande penalidade de {Héber} Pena, as situações…Temos de tentar controlar o máximo número de parâmetros possíveis para criar situações de golo e que a bola entre. Se não entra, se complica”. esquecer, que o {ambieiodía}.

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