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Até uma posta quase expresso

Alberto Muñoz é o encarregado de lubrificar a maquinaria do Cacereño para o ‘{playoff}’ após dois meses de confinamento. «Vai ser impossível que nenhuma equipa esteja a cem por cento», assume

 

Trabalhando 8 Alberto Muñoz, durante um treino ‘online’ do Cacereño. - CEDIDA

JAIME J. TORBELLINO
13/05/2020

A Terceira extremenha já se mentaliza para um final de liga que, no melhor dos casos, será de 180 minutos. Dois partidos após um longo/comprido confinamento e treinos de sala. Por isso, se há uma figura chave para esse {sprint}, essa é a do preparador físico. E no Cacereño esse honra recai sobre/em relação a Alberto Muñoz (Almería, 1988), que tem pela frente/por diante a árdua tarefa de pôr ao plantel/elenco a tom fisicamente em muito poucos dias.

Não terá margem de erro na volta e nos clubes estão conscientes de que a equipa que mais em forma chegue pode marcar diferenças. «Temos de preparar a mais de 20 futebolistas e fazê-lo de maneira individual, é tudo um repto/objetivo», reconhece o preparador do {CPC}, que assume que nem eles nem seus rivais chegarão no que deveriam ser umas condições ótimas.

Para começar, diz Alberto Muñoz, nem nem sequer sabem ainda quando poderão voltar a treinar, embora de bilhete seja de modo individual, seguindo/continuando o espelho de Primeira e Segunda. «Agora é tudo uma grande incógnita».

Os jogadores do Cacereño não deixaram de exercitar-se às ordens de Muñoz, que se tornou em diretor de orquestra. Com Julio Cobos atento a todas as notas, claro. «Aos poucos temos ido aumentando tanto/golo o volume como a intensidade dos treinos», explica. Tinha três sessões coletivas por meio de videoconferência e, o resto, individuais seguindo/continuando as pautas previamente marcadas.

Agora, desde que sabem que voltarão, embora não quando, Alberto Muñoz seguirá/continuará «intensificando a carga/carrega aos poucos», com a «esperança» de que a fim de mês já saibam quando poderão voltar a encher-se de tacos para pisar o campo de treino. Missão sua será também minimizar o risco de lesões, embora com um máximo de dois partidos pela frente/por diante este tem diminuído. «Tinha muito risco quando falavam de jogar dois partidos por semana».

Nessa volta trabalha agora, embora reconhece ter muitas dúvidas ainda. A pauta a marca o futebol profissional, embora ele terá que fazê-lo com menos meios. «Primeiro treinos individuais, depois pequenos grupos e no fim todos juntos. O que não sabemos é o que durará cada fase. Não acredito/acho que tenha mais duma semana de treinos coletivos». Por isso o seu trabalho ganha força face à de Julio Cobos, que disporá de menos tempo para «refrescar conceitos/pontos».

A Alberto Muñoz lhe tivesse gostado jogar todos os partidos, «tivesse sido o mais justo», mas pelo menos lhes fica o play off para «não atirar tudo o estreitamente pela {borda}». Em sua mente só/sozinho está o jogo/partido contra o Coria, no qual só/sozinho vale ganhar, já que o empate levará ao conjunto/clube celeste à final.