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«As redes sociais são fundamentais para a visibilidade dos desportistas»

 

«As redes sociais são fundamentais para a visibilidade dos desportistas» - EL PERIÓDICO

04/12/2019

Isabel Yinghua Hernández, nadadora paraolímpica extremenha, enfrenta um final de ano movimentado quanto a competições, mas com a ilusão/motivação da chegada em 2020 da que seriam seus terceiros Jogos Paraolímpicos.

–¿Como enfrenta o final de ano?

–Pois neste ano temos tido apenas duas semanas de férias. É um ano duro no qual temos de estar no melhor estado de forma muito cedo, para Fevereiro, onde se abre o prazo para poder/conseguir fazer as marcas mínimas para os Jogos Paraolímpicos de Tóquio 2020.

–¿Que supõe para si o competir/rivalizar/disputar com nadadoras sem diversidade funcional?

–Bom sempre tenho nadado com desportistas sem deficiência, por isso não é novo nem diferente para mim, acredito/acho que devemos dar-lhe mais normalidade a estas coisas e a forma de fazê-lo é diminuindole importância… embora entendo que chame à atenção porque há poucos casos.

–¿Fica muito caminho para a integração e normalização da deficiência?

–Aos poucos a sociedade vai-se consciencializando cada vez mais e nos vamos dando conta de que ser diferente não te faz menos capaz. Agora fica pô-lo mais em prática e isso se consegue através da educação.

–¿Como acredita que pode ajudar o desporto a isso ou como lhe tem ajudado a Isabel Yinghua concretamente?

–O desporto sempre é uma boa maneira de conhecer pessoas novas e {sociabilizar}. É uma maneira de superar-te e demonstrar-te a {tí} mesmo que teus limites sempre estão mais longe de o que {pensabas}. E é um refúgio ao que sempre podes ir.

–¿Competir/rivalizar/disputar desta forma lhe prepara melhor para os Jogos Paraolímpicos de Tóquio?

–Naturalmente. No fim {nado} com rivais de muito nível e me motivam a querer chegar a sua altura ou superar-los. O {entreno} individual é muito importante também, mas a motivação joga um papel fundamental.

–¿Tem muitos seguidores em redes sociais?

–Bom… depende do que se interprete por muitos (sorri).

–¿É possível trabalhar um patrocínio ou dar regresso a teus patrocínadores através das redes?

–Agora mesmo é como mais manejam as empresas com os desportistas. As redes sociais são na atualidade um pilar fundamental para conseguir essa visibilidade e promoção de produtos e/ou informação, mas naturalmente também do desporto, as desportistas e nossas conquistas, que levam evidentemente aparelhado um regresso para nossos patrocínadores. Em meu caso estreitamente bastante desta maneira, por exemplo, com a Fundação Jovens e Desporto, já seja por meio de minhas próprias contas ou colaborando com eles em campanhas de promoção de valores, etc.

–¿Que dificuldades encontra para poder/conseguir avançar/adiantar em sua corrida/curso desportiva?

–É difícil conciliar os estudos com o desporto. Em Espanha ainda subida ver aos desportistas como profissionais que têm que dedicar muitas horas a esta disciplina. Neste aspeto o desportista ainda está muito só/sozinho.

–¿Que gostaria de fazer quando deixe de competir/rivalizar/disputar?

–Pois por enquanto acabar a corrida/curso de Direito, que a tenho um pouco/bocado estacionada.

–¿Próximo objetivo à vista?

–Nesta semana {compito} no Troféu Internacional {Castalia} e a próxima estarei num {Open} Internacional em Amsterdão, mas evidentemente o grande objetivo é Tóquio 2020, é o principal.