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As obras da galeria de tiro com arco de Cáceres, por fim em marcha

Trata-se de uma reivindicação de anos do Clube São Jorge

 

Imagen do começo das obras, na terça-feira passada. - CEDIDA

REDACCIÓN CÁCERES
14/05/2020

A Câmara Municipal de Cáceres deu início às obras de construção da galeria de tiro com arco no Complexo Desportivo Agustín Ramos Guija, no bairro de Cáceres o Velho, junto ao Polígono Pecuário com um orçamento final de 93.436 euros e um prazo de execução estimado de cinco meses.

Trata-se de uma velha reivindicação do coletivo deste desporto na cidade extremenha, concretamente dos membros do Clube {Arqueros} São Jorge.

A Junta local de Governo aprovou no mês de Dezembro de 2018 destinar 99.906 euros para a construção da sala de tiro com arco e cobrir assim a procura deste desporto que tem grande enraizamento na cidade e que tem outorgado triunfos a desportistas locais da talha de Fátima Agudo, Juan Carlos Holgado ou Antonio ‘{Yiyo}’ Fernández.

INFRAÇÕES ANTERIORES/ Mas não foi até ao passado terça-feira que deram começo definitivamente as obras, devido a que em Julho de 2019, o Governo local anulou a contratação e iniciou uma nova «ao advertir-se infrações que se consideraram {insubsanables}», segundo tem assegurando desde/a partir de o Consistório numa nota de imprensa.

«Em Agosto {retomamos} o projeto, e ainda que nossa intenção era que as obras tivessem começado antes, se tem atrasado pelo relatório/informe de viabilidade arqueológica», manifestou a vereadora de Desportos, Paula Rodríguez Pallero.

Desta forma, se tem concebido um edifício «que cumpra as necessidades de treino, formação e competição de tiro com arco», para o que se têm seguido/continuado «as indicações da Real Federação Espanhola de Tiro com {Arco·}, no relativo às instalações de sala.

Se construirá um edifício de 175 metros quadrados de superfície fechada e um alpendre de 48 metros quadrados dentro do Complexo Desportivo Agustín Ramos Guija.

Entre as melhorias previstas estão uma escada para conetar com a rampa pedonal, um acesso para viandantes que prolongue o atual até ao complexo desportivo, mobiliário e equipamento, e um sistema de controlo de tempo de tiro no interior da sala coberta.

Atualmente, o complexo desportivo conta com a piscina, pistas de futebol 7 e balneários, e também está projetado um pavilhão. Em seu dia, esta zona foi arrasada após abandonar-se a sua sorte justamente quando se estavam finalizando obras anteriores, o qual gerou protestos de coletivos relacionados com o desporto por acreditar/achar-se que não se tinha cuidado o suficiente.