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El Periódico Extremadura | Sábado, 25 de janeiro de 2020

As lágrimas do mais duro momento do de Plasencia

Pedro Romero viu-se obrigado a parar de dar explicações superado pela emoção durante um par de ocasiões de maneira prolongada

JOSÉ MARÍA ORTIZ
04/12/2019

 

Interrompeu sua comparência pública pelo menos um par de vezes de maneira prolongada. Não podia, apesar de suas evidentes tentativas. Chorava Pedro Romero Ocampo (Plasencia, 4 de Junho de 1982), o que impedia ao desportista articular palavra no gabinete de advogados do cacerenho Ángel Luis Aparicio, que lhe acompanhava pode que no pior momento de sua vida e que completou a argumentação jurídica do acusado/arguido de dopagem.

Na sala, frente a ele, ao fundo, algum familiar e incondicionais a seu causa chova, {truene} ou escampe, como o chefe de imprensa do Extremadura Ecopilhas, Rafa Carbonero, outro que acredita em sua inocência mais absoluta.

«Pedro não terá dormido; estou seguro», dizia Carbonero, homem chave em que o assunto das acusações não tivessem saído à luz faz justamente um ano, quando este jornal conhecia já algum detalhe do que estava acontecendo à volta de um dos desportistas mais conhecidos e reconhecidos dentro do panorama extremenho durante o que vai de século XXI.

Romero chegava desde/a partir de Plasencia precipitadamente a Cáceres a explicar sua particular verdade. Não chegou a pronunciar o nome de quem iniciou a cruzada contra ele, segundo sua teoria, por razões pessoais, profissionais e alguma condição de peso mais, quem sabe.

«O tenho ganho tudo, desde/a partir de pequeno». Com isso Romero queria sublinhar sua condição de {cilista} limpo de qualquer batota/logro em sua trajetória.

Aparicio insistia uma e outra vez na inocência de seu cliente enquanto este tentava evitar derrubar-se definitivamente, circunstância que esteve prestes a acontecer. Três quartos de hora de conferência de imprensa que terminaram com Romero {levantándose}, cumprimentando aos jornalistas e ir-se embora com um: «vou a desligar e desativar redes sociais». O tempo dará e retirará razões.

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