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As equipas de Terceira têm já un roteiro para preparar o ‘{playoff}’

A Federação Extremenha reúne esta quinta-feira aos clubes implicados para explicar tudo o processo. «Terá que tomar medidas, mas não o vejo tão complexo», diz Luis Puebla, do Cacereño

 

Jogadores de Coria e Cacereño junto ao plantel/elenco arbitrário, instantes antes de iniciar/dar início o jogo/partido da primeira volta em A Ilha. - JAVIER VAZ / {CP} CACEREÑO

J. J. TORBELLINO / J. M. ORTIZ deportes@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
21/05/2020

A Terceira Divisão está cada dia mais perto de resolver os promoções sobre/em relação a o relva e as equipas extremenhas já têm um horizonte com o que trabalhar. Se o deu a Federação Espanhola de Futebol com a circular publicada na terça-feira passada que hoy será explicada ao detalhe por cada territorial a seus clubes. No caso da Extremenha, a reunião –presencial depois de/após várias por videoconferência– é às 11 da manhã em Mérida. Ali estarão Villanovense, Coria, Cacereño e Extremadura B, os quatro clubes do grupo XIV que lutarão por subir a Segunda B. Tudo, claro, com a autorização do vírus e Saúde.

«Eu sempre estive convencido de que ia a jogar», diz Luis Puebla, diretor-geral do Cacereño, consciente de que «há interesses por parte dalguns clubes, e o entendo, para que não se chegue a disputar e que tenha promoções diretas, ou pelo menos isso é o que acreditam, porque aí teria que esclarecer muitas coisas».

«Eu acredito/acho que sim, que vai-se a jogar, a não ser que isto dê uma mudança grande, mas na Extremadura está a situação bastante bem o tema do controlo do vírus. Se se disputa entre o 18 e o 26 de Julho ficam dois meses», acrescenta Jesús Manibardo, diretor desportivo do Coria. Nesse {playoff} expresso seu plantel/elenco se enfrentará ao Cacereño em meias-finais, o 18 ou 19 de Julho. A outra semi a disputarão Villanovense e Extremadura B. E, a final, no sábado 25.

O CAMINHO ATÉ O {PLAYOFF} / O roteiro marcada pela federação contempla a volta aos treinos em Junho e o {playoff} expresso em finais de Julho. No meio, muitas dúvidas ainda que hoy tratará de resolver a {Federción} Extremenha.

No Coria estão especialmente pendentes do que possa acontecer hoy nessa reunião. Há multiplas interrogantes: os teste, primeiro, para controlar a saúde dos futebolistas, ou a sede dos confrontos, entre outras coisas. O próprio Romano emeritense e o Municipal de Miajadas aparecem no horizonte como favoritos como cenários, mas não há nada decidido ainda.

Quanto aos teste, se calhar uma das maiores/ancianidade dificuldades para os clubes pelo custo que podia ocasionar, o acordo alcançado pela federação para que a mutualidade de futebolistas se faça cargo dos teste {serológicos} aos futebolistas de forma gratuita (isso sim, se som necessários) aplana bastante o caminho.

Ainda assim, cada plantel/elenco terá que tomar uma série de medidas na volta aos treinos, algo que poderia acontecer desde/a partir de princípios de Junho, embora de forma individual. «Imagino que na reunião de hoy nos darão as medidas a seguir/continuar. Suponho que limpeza diária de balneários, material e outros elementos... Não o vejo tão complexo», acrescenta Puebla.

Quanto a essa volta aos treinos, o diretor-geral do Cacereño espera que possam fazê-lo em breve. Quando isto aconteça, o conjunto/clube verde tirará aos jogadores que estão implicados pelo Processos de Regulação Temporal de Emprego ({ERTE}) que apresentou o clube e que afeta aos empregados administrativos e a parte da plantel/quadro. Como o {CPC}, também apresentou um {ERTE} o Villanovense, algo que também não gerará problema algum na volta ao estreitamente.

«Nós até metade de Junho não poderemos treinar em grupo todos juntos», indica Manibardo, Faz esse cálculo tendo em conta as possibilidades de a entidade e a disponibilidade de jogadores, boa parte dos quais vivem fuera da localidade. Por enquanto, entre o treinador, Raimundo Rosa, {Rai}, e o preparador físico, José Carlos, dirigem as sessões por meio de planos específicos e videochamadas. Do mesmo modo, a circular da federação esclarece que antes do 15 de Junho não se poderá voltar aos treinos grupais.

No caso do Cacereño a volta ao estreitamente se produzirá no Príncipe Felipe, embora «se nos dão os meios de segurança que devemos ter, provavelmente também {consideramos} treinar em Pinilla» (campos federativos).

Quando chegue o momento de treinar em grupo, o Coria não terá problemas: para além do campo de A Ilha, dispõe do César Sánchez e outro de terra que em princípio não será utilizado. As instalações municipais seriam, em princípio, acondicionadas pelo Câmara Municipal.

«Com os jogadores não há problema: {llegamos} em seu dia a um acordo». O tema económico e o acordo/compromisso da plantel/quadro fica fora de toda dúvida. E tudo isso tendo em conta que vai a acontecer um défice nas contas do clube. «Nos faltavam vários partidos ainda, entre eles um perante o Moralo que ia ser uma boa bilheteira, para além dos {playoff}», diz Manibardo.