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El Periódico Extremadura | Domingo, 8 de dezembro de 2019

Ao Cacereño lhe faltam “dois ou três jogadores”


18/07/2019

 

Os jogadores do Cacereño têm face de cansados. A primeira sessão de trabalho foi dura, mas as sensações são boas. O tem claro o novo treinador, Julio Cobos: «Como lhes disse a eles, sei que há bons jogadores. Agora vamos a tratar de construir um bom plantel/elenco».

Pela frente/por diante tem o Cacereño duras sessões de trabalho (com muitos dias de {dobles} sessões) e o primeiro encontro à volta da esquina, este sábado perante o Extremadura no Príncipe Felipe (19.30 horas) no jogo/partido do centenário. «{Trataremos} de fazê-lo o melhor possível, mas não se pode pedir muito. O que sim se lhe peço é que as pessoas se o passe bem vendo a seu Cacereño contra uma equipa de Segunda e que não tenha lesões», acrescentou o preparador, que ontem contou com todos os jogadores salvo {Murci}, com autorização do clube para ausentar-se. Faltam por chegar dois ou três jogadores, revelou o treinador. «Em princípio temos que assinar um extremo, um ponta e se aparece no mercado um médio {sub}-23, estaríamos também pela lavor/trabalho. Mas em princípio só/sozinho um avançado/ponta de lança e um extremo», precisa.

Promete trabalho Cobos, muito trabalho. E humildade. «Se nos acreditamos que por levar a t-shirt do Cacereño o temos tudo facto/feito, nos {equivocamos}. Temos uma plantel/quadro para estar em cima, para ascender, mas também vão a lutar por isso o Villanovense, o Extremadura B ou o Moralo».

DESEJANDO COMEÇAR / Iludido e com vontade de começar a liga chegou {Borja} García, um dos novos duma plantel/quadro com um 60% de continuidade. «Sou um jogador que me posso {amoldar} a qualquer posição», explica o emeritense, que faz dez dias estava em Polonia com a seleção da {AFE} (Associação de Futebolistas Espanhóis). «Uma bonita experiência, nunca o tinha vivido. Estou contente/satisfeito por conhecer novos lugares, novos companheiros». Ao Cacereño chega a «somar». «Sou um jogador que me posso {amoldar} a qualquer posição, às necessidades do treinador. Tenho jogado de extremo, falso extremo ou mesmo {mediapunta}, mas principalmente sou {mediocentro}. Me {caracterizo} por ter percurso/percorrido no campo e pelo trabalho que {aporto} ao plantel/elenco», contou. «Estamos encantados de que esteja aqui, de que tenha acreditado no projeto», acrescentou Luis Puebla, diretor desportivo.

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