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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

{Anfield} contra {Simeone}


11/03/2020

 

Não há líder mais reconhecível no atual Atlético de Madrid que o argentino Diego Simeone, que dirige esta quarta-feira o assalto do conjunto/clube vermelho e branco aos quartos-de-final da Liga de Campeões três anos depois em {Anfield}, um estádio lendário, que intimida tanto/golo ou mais que seu plantel/elenco local, o {Liverpool}, e ao que chega com uma vantagem mínima (1-0) do Metropolitano; ainda só/sozinho média/meia façanha, à que lhe fica a parte mais complexa (21.00 horas).

O desafio ainda é gigantesco para o Atlético e para seu treinador, ao que se dirigem todas os olhares: ¿Qual será a proposta? ¿Que onze alinhará? ¿Terá surpresa na {alineación}? ¿{Morata} ou Diego Costa? ¿Quadros/Marcos {Llorente} ou Correia? ¿Pressão alta ou retirada intensiva? ¿Saída potente ou à expectativa? Em Turim, há um ano, foi uma equipa irreconhecível, que caiu por 3-0. Em {Múnich}, em 2016, ressurgiu para alcançar a final com uma derrota por 2-1 perante o {Bayern}. Em Londres, em 2014, goleou 1-3 para chegar ao duelo decisivo do torneio.

Há exemplos suficientes para pensar no êxito. Também, o mais recente, para o fiasco ou a aprendizagem de um plantel/elenco que mudou muito desde então a agora e que já demonstrou sua capacidade para submeter a qualquer no duelo de ida no {Wanda}: um 1-0 e uma rebelião feroz contra os prognósticos pela que o Atlético volta a acreditar/achar em que tudo é possível face ao atual campeão de Europa, embora a volta {amplifica} o repto/objetivo até limites desconhecidos.

Necessita golo o Atlético. «Temos que tentar marcar», dizia {Saúl}. Um tanto/golo dispara as possibilidades da equipa vermelho e branco, porque exige três de seu adversário para eliminá-lo, com tudo o que isso supõe contra um rival como o conjunto/clube que dirige Simeone (invicto em seus seis últimos compromissos), por muito que a atual época esteja tão afastada do nível que se pressupunha ao plantel/elenco em verão, quando era um candidato/candidata a tudo que agora só/sozinho sobrevive na Liga de Campeões e na pugna da liga pelo terceiro posto.

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