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El Periódico Extremadura | Sábado, 14 de dezembro de 2019

{Alaphilippe} surpreende ao mundo

Pau estoura de alegria com a vitória do camisola amarela na contrarrelógio do Tour

SERGI LÓPEZ-EGEA
20/07/2019

 

Si existisse a máquina do tempo e um ser do passado, de repente, se tivesse encontrado esta sexta-feira em Pau, em plena contrarrelógio do Tour e com {Julian} {Alaphilippe}, de amarelo, chegando à praça/vaga de {Verdún}, teria acreditado que estava estourando a revolução em {Aquitania}, que os cidadãos tomavam outra vez a {Bastilla} local, mas que o faziam em paz com eles mesmos, pacificamente e com gritos de êxtase, de prazer, de satisfação. Incrível. Isto é a loucura. Nem {Bardet}, nem {Pinot}, {Alaphilippe} já começou a acreditar/achar-se que é capaz de ganhar o Tour após triunfar numa épico contrarrelógio, a única deste ano, na qual submeteu a todos, incluído {Geraint} Thomas, e com seu escudeiro, o tapado, {Enric} Mas, já quarto da geral e líder da classificação dos menores de 25 anos.

O filho dos franceses / {Alaphilippe} já é o filho que todos os franceses quereriam ter. {Alaphilippe}, educado, sem grandes gestos, o mesmo que recebia, ausente {Induráin}, ao que se esperava mas não se apresentou, o ‘{maillot}’ amarelo, de novo, de mãos de {Hinault} e Merckx, é, nestes momentos, uma caixa de surpresas, um doce no paladar do povo/vila francês, um ciclista que vai a mais e que se está acreditando que sim se pode, que se uma pessoa se o propõe é capaz de escalar as mais altas montanhas, este sábado nada menos que o {Tourmalet}, que nada lhe {acompleja} e que se rebenta, porque é humano, porque nunca se tem prodigalizado como um grande escalador, que lhe retirem o dançado embora França, de norte a sul, chore de tristeza pela desgraça do seu filho predileto.

Os ânimos / «Amanhã vontade, {Julian}». Se o disse Mas, durante a festa em que se está {conviertiendo} cada jantar no plantel/elenco {Deceuninck}, com um francês e um maiorquino animando o Tour. E {Alaphilippe} foi a dormir acreditando, como cada noite, que despertaria no dia seguinte de amarelo e que a cada día que passa é um menos para chegar de amarelo a Paris. ¡{Caray}! «Me tinha preparado a consciencializa para defender o amarelo mas não para ganhar a etapa. O {jersey} me tem impulsionado. O dei tudo. É incrível». E tanto/golo que era incrível. Lhe {chillaban} a {Julian} desde o carro da sua equipa, mas por muito que se esforçasse o diretor não podia ouvi-lo. As pessoas estava enlouquecida porque o Tour coloca altifalantes nos últimos quilómetros que {chillaban} mais que o público e que gritavam continuamente seu nome. «Não podia ouvir nada do ruído que tinha». E o único que podia fazer era pôr-se em pé sobre/em relação a a bicicleta e impulsionar-se ainda mais não fora caso que no último suspiro da contrarrelógio, Thomas, que corria perfeito, lhe arrebatasse a vitória, que jamais {peligró}, tal como um camisola amarela que se reforçou como se fosse sua própria pele para luzirlo. O corredor {abulense} se mentalizou para atacar em {Alpe} d’{Huez} e para defender sua primeira praça/vaga.

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