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O Al-Qázeres procura sua identidade

A equipa cacerenho, obrigado a reagir perante o {Araski} após a dorida derrota em Lugo

 

Ricardo Vasconcelos dá instruções a suas jogadoras durante um tempo morto de um jogo/partido no Macayo. - ANTONIO MARTÍN

JAIME J. TORBELLINO
07/12/2019

No voltou a ser o mesmo o Nissan Al-Qázeres Extremadura desde/a partir de a paralisação para os compromissos das seleções. Dois partidos, dois derrotas. A primeira, lógica pela entidade do rival, o {Girona}, embora preocupante pela atitude da equipa. A segunda, vergonhosa perante um clube do mesmo nível e com os mesmos objetivos. {Escuece} ainda o 100-52 encaixado o passado sábado em Lugo perante o {Ensino} e por isso hoje a equipa o primeiro que fará será procurar sua identidade no duelo perante o {Araski} (Serrano Macayo, 13.00 horas, Teledesporto).

«A equipa chega ao duelo contra o {Araski} com dor no alma, ferido pelo último jogo/partido pelo mau que saiu e pelo mau que jogamos», reconhece Ricardo Vasconcelos, treinador do Al-Qázeres, consciente de que hoje se jogam muito, se jogam que são capazes de reagir perante as situações adversas.

Por esse insiste em que mais que como joga o rival e quais são seus pontos fortes ou débeis, o que mais lhe preocupa neste momento é seu plantel/elenco, procurar soluções. «Estamos tratando de recuperar sensações que não temos desde há um tempo; desde/a partir de a paralisação está a custar-nos muito voltar a ter identidade e o carácter que tínhamos».

O motivo, teve demasiados dias de descanso/intervalo, confessa. Por isso tem claro que para o próxima paralisação, em Fevereiro, a estratégia será muito diferente e a equipa não interromperá seus treinos.

Foi uma semana de muito estreitamente físico mas também psicológico. «Houve muito vídeo individual, muitas conversações. Quando uma equipa perde assim dúvida de tudo, do céu e da terra, de sim mesmo, e as dúvidas te matam», indica Vasconcelos, que pede a seu plantel/elenco consistência.

O {Araski} volta a ser uma equipa com mais centímetros que o Al-Qázeres, algo habitual, que também chega após dois derrotas seguidas/continuadas, ambas perante clubes de em cima, o Perfumarias Avenida e o {Gernika}. «Tem a capacidade de jogar com três jogadoras grandes ao mesmo tempo e vai ser uma equipa súper difícil, pior me preocupa mais meu plantel/elenco que o {Araski}», insiste o preparador português, consciente da necessidade de fechar o ressalto, por onde têm uma importante via de água. Também necessita o Al-Qázeres melhorar sua percentagem de tiro exterior. «No temos pontos na pintura e não podemos ter um 20% em tiros/lançamentos de três», se lamentou.

Voltam a ser baixa María Romero e Sira Hisado, O resto estarão todas apesar de algumas incómodos físicos durante a semana ou os golpes do passado jogo/partido como o de {Bozica} {Mujovic}, que no fim ficou num susto.