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O ‘muro amigo’ do Trujillo

O veterano defesa Nando González espera superar ao {enrachado} Cacereño no próximo domingo. O futebolista catalão {militó} faz já três épocas no clube verde, do qual guarda «boa lembrança»

 

Valor seguro 8 Nando González, num jogo/partido com o Trujillo. - CEDIDA

PABLO TALAVERA
24/01/2020

Fernando González Ledesma, Nando ({Mataró}, 7 de Abril de 1988), é uma das colunas que sustentam a defesa do Trujillo. No passado também fê-lo no Cacereño –faz três épocas com Adolfo Muñoz–, próximo rival do conjunto/clube de Trujillo. «Joguei pouco/bocado devido a uma grave lesão e ao recuperar-me todos estavam bem e foi difícil entrar no onze, mas {guardo} muito boa lembrança do trato do clube e da pessoas, a pena foi não conseguir o promoção contra o {Depor} B e cair perante o {Beasain}», afirma.

Quanto ao duelo de domingo, assegura que «cada jogo/partido é uma história, no da primeira volta no Príncipe Felipe {noté} aos jogadores do Cacereño excessivamente tensos e {conseguimos} um empate mas agora chegam num grande momento e são favoritos, se bem jogar em nosso campo é complicado e teremos nossas opções».

O experimentado central chegou ao futebol extremenho na época 2014-15 da mão de Pato ao Arroyo em Segunda B, «onde as pessoas e a diretiva me acolheram de maravilha», enfatiza. A época seguinte encharcou no Villanovense, também na categoria/escalão de bronze, como outras equipas nos que tinha militado com anterioridade:{Gramanet}, {Sant} Andreu, {Puertollano}, {Reus} ou {Logroñés}, para além do filial do Atlético de Madrid em Terceira.

Após jogar no Cacereño voltou a Catalunha para, dois anos depois, regressar de novo a Extremadura, sem intenção clara de continuar a jogar ao futebol, e pensando mais em a sua preparação como futuro professor de Formação Profissional e como motivo para sua volta acrescenta: «a família de minha namorada é de Deleitosa e se dedicam a fabricar queijo de Os {Ibores} e às vezes temos de {echar} uma mão».

{Maxi} {Ovejero} se inteirou de que Nando estava pela zona e o chamou no passado verão para provar. «No primeiro treinador já me convencera para ficar-me», confessa. «Começamos muito cedo para jogar a eliminatória de Copa e por aquele nessa altura não podia imaginar a primeira volta que fizemos, o objetivo era a manutenção e isso já se conseguiu. Agora não temos pressão mas nos temos ganho sonhar, somos ambiciosos e além disso, o míster não nos deixa descontrair-nos. O povo/vila e a diretiva estão {volcados} porque somos um clube humilde mas a estreitamente e ilusão/motivação não nos ganha ninguém», relata.

Sobre/em relação a a perda de {Ensa} por lesão para o resto da época Nando diz: «fez uma grande primeira volta e é impossível substituir ao, em minha opinião, melhor avançado/ponta de lança da Terceira extremenha. Em sua posição não vamos sobrados mas o que temos é de muita qualidade. Por exemplo {Edu} {Salles} fez dois golos no último jogo/partido e temos homens capazes de adaptar-se a esse posto».