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O ‘caso apostas’ se instruirá no Tribunal/réu/julgado {nº1} de Zafra

O Tribunal Supremo resolve que a competência não corresponde aos tribunais/réus/julgados centrais

 

Detidos chegam ao Tribunal/réu/julgado de Instrução 1 de Zafra em passado mês de Fevereiro. - EFE

EFE / REDACCIÓN deportes@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA / CÁCERES
17/01/2020

O Tribunal Supremo (TS) tem ditado que o Tribunal/réu/julgado de Instrução 1 de Zafra é o órgão competente para continuar com as diligências que foram abertas em 2017 por supostos {amaños} de partidos de futebol de Segunda B e Terceira Divisão, bem como da Primeira Divisão feminina. Este diário/jornal já adiantou no passado 29 de Maio que a instrução voltaria a Extremadura.

Num auto emitido pelo TS, a Sala do Penal resolve uma questão de competência depois de/após que o citado tribunal/réu/julgado de Badajoz elevasse uma questão ao entender que ditas diligências deviam ser instruidas pelos tribunais/réus/julgados centrais. O TS relata que o Tribunal/réu/julgado de Zafra instauró diligências prévias por denúncia da Procuradoria de Badajoz por supostos {amaños} de vários partidos de futebol na província de Badajoz.

A causa de a denúncia os serviços de Jogos de {Azar} do Corpo Nacional de Polícia iniciou uma profunda investigação, na qual se solicitou e se autorizou a intervenção telefónica, o que permitiu conhecer a existência de dois organizações díspares dedicadas ao {amaño} de partidos de futebol. Uma delas em categorias de Segunda Divisão B e Terceira Divisão do futebol masculino, e a segunda organização na Terceira Divisão de futebol masculino e Primeira feminino.

Nela estão implicados «mais duma trinta de investigados» em três níveis da trama, entre eles uma pluralidade de jogadores, e que exercia sua atividade «num largo âmbito geográfico que abrange a tudo o território nacional, como Barcelona, Sevilla, Cádiz, Almería, Múrcia e Valência».

Na opinião do tribunal {zafrense}, trata-se de delitos de corrupção nos negócios privados e organização criminoso/criminal, e cifra, por enquanto, em 840.000 euros «o benefício obtido pela manipulação dos partidos». Além disso, entende que «se tem defraudado as expectativas dos adeptos e seguidores dos clubes, empobrece a competição desportiva e ocasiona multiplos prejuízos, também de carácter sentimental aos seguidores e adeptos».

MAIS ARGUMENTAÇÕES / Também, considera que há multiplos prejudicados, desde/a partir de os clubes de futebol, por sua posição na classificação e a aspiração económica ligada a dita classificação, a diferentes particulares localizados em Espanha e no estrangeiro, que terão apostado a partidos «sem saber que estavam previamente {amañados}, confiando na integridade do jogo».

No entanto, o TS considera, em sintonia com o que entende a Procuradoria, que o montante de quantia supostamente defraudada é muito inferior aos sete milhões de euros, quantidade/quantia que, com vocação de {generalidad}, se entende que sim afeta à economia nacional. Também não existem multiplos prejudicados, sustenta o TS, pois «os prejudicados são as entidades jurídicas nas que se integram os sócios, e não estes diretamente».

A tudo isso se une a consideração de que o Tribunal/réu/julgado de Zafra é o que tem um conhecimento mais profundo do processo, já que tem praticado detenções e investigação a mais de 30 pessoas, e tem adotado medidas {limitativas} de direitos fundamentais, como intervenções telefónicas e bilhetes e registos, «pelo que tem de responsabilizar-se das mesmas».